segunda-feira, 6 de abril de 2009

Singing in the rain

Um singelo dèjá vu: ano passado, mais especificamente no dia 14 de maio de 2008, provavelmente numa quarta-feira entediante, foi posto aqui o seguinte comentário, dois pontos:
Domingo, coincidentemente ou não, ouvi uma interessante conversa sobre inferno astral - o período de 90 dias, se não me falha a memória, anteriores ao seu aniversário, durante os quais as coisas não parecem sair exatamente como você gostaria.
Quase um ano depois, aqui estou eu - milagrosamente no mesmo blog. O Château realmente é um sobrevivente -, falando mais uma vez no mesmo assunto. Sim, vamos bater na mesma tecla de novo, porque inferno astral parece ser a única explicação razoável que encontrei para justificar as reviravoltas que os meus dias têm tido.
É assim, como tudo na vida, uma inconstância só. Fui da felicidade extrema à extrema irritação e ao estresse. A culpa, em grande parte, foi de alguns determinados professores que - perdoem-me a sinceridade - só podem ser sádicos. E convencidos. E irritantes, de vez em quando. E ARGH. [Por que, Deus, por que eu tinha que me meter numa profissão em que os egos são tão inflamados?] Também foi um pouco minha - mas isso é entre mim e minha sombra.
O caso é esse: essa semana, definitivamente, foi qualquer coisa, menos tranquila. Principalmente quinta-feira. Bom, mas acontece que ninguém é de adamantium - nem Murphy, pelo visto. E eis que ele resolveu intercalar essas pedrinhas no caminho por dias que são mais a minha cara. Como domingo. E hoje. Mesmo tendo que esperar meu querido Campus do Pici - Unifor por meia hora, vir em pé e andar no Solzinho maravilhas, achei tudo muito... muito Tudo bem, tudo Bunnys.
Recebi a prova de Economia, e me saí melhor que o esperado, Thank God. Falei com a amada profa. Kátia (Santa Kátia!) sobre meu boletim, e ela foi bem compreensiva. Consegui tirar as... argh... as fotos do Júlio, finalmente. E passei a manhã com o que me tem nos braços - a melhor companhia e melhor ajuda pra tirar fotos que eu poderia ter. [Sim, a gente fica piegas de vez em quando. Acontece...]
E agora, aproveitando meu surto de eu-vou-ser-uma-aluna-responsável-,-não-vou-acumular-e-vou-entregar-tudo-no-dia-certo, vou tentar ler os textos da prova de quarta-feira, antes que o Youtube comece a me chamar de novo.
Vão pela sombra, beijos xx

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Oh My God.


Sabe aquele dia em que você está no seu banho de beleza, lavando seus lindos cabelos-que-ganharam-corte-novo-no-sábado, ouvindo rádio, quando, de repente, suas preces são atendidas [dessa vez, não por Murphy] e você ouve uma coisa que esperava há meses?
Pois é. Era bem assim que eu me encontrava quando soube, pelo meu Toddynho [sim, meu rádio foi companheiro de aventuras por muito tempo], que a senhorita Mallu Magalhães vem à cidadela com o seu querido Camelão [permitam-me a intimidade. Somos grandes amigos. Hanrram], para uma apresentação no Sesc Luiz Severiano Ribeiro, às 20h do dia dezessete de abril de dois mil e nove [na véspera da prova de Français. E eu ligo, peracaso?], ingressos 25 reais a meia, mais informações, ligar para 3452 9090 [não, mais uma vez, ninguém me pagou para fazer a propaganda. Mas, por eles, eu faço esse tipo de coisa na maior das boas vontades]
Marcelo Camelo, sozinho, alone, all by himself, já vi ano passado; valeu muito a pena, mesmo que eu não tivesse decorado ainda todas as músicas. Mas, maaas, convenhamos, Janta não é Janta sem a Malluzinha. E desde o começo do ano passado que eu esperava vê-la por aqui [já basta a decepção de saber que tão cedo não vou poder ver o Jamie *choro*] Isso sem contar que eu vou com a melhor das companhias [;***]
A gente adora, que é que se pode fazer? Vou comprar meu ingresso sábado - se é que já estarão à venda. Como a minha pessoa deveria estar estudando - mas a felicidade diante da notícia foi tão enorme que eu precisava compartilhar com mais alguém -, vou voltar para os meus fichamentos de Impresso I. [Pelo menos a prova de Economia já passou. Quem falar em Malthus ou Smith na minha frente nessa semana, apanha]
Aah... se quiserem comprar o meu ingresso, por favor, não se reprimam.
XX,

segunda-feira, 23 de março de 2009

Let it rain, let it rain, let it rain

Perdoem-me os que têm paciência limitada, mas eu preciso, nesse exato momento, ter o momento-pivas-feliz do dia. Com licença, vou deixar, por 15 segundos, de ser a zigota de jornalista que deveria estar brincando de ser responsável [é. Eu deveria estar fazendo, adivinha o quê? 30 pontos e um pirulito do Zorro para você que respondeu "trabalho do Jocélio"], fazer uma carinha bem feliz e inocente [haha. Só por um instante, pode fingir que eu sou inocente] e dar três pulinhos enquanto digo, muito contente,


Tá chovendo! =DD




Pois é. Acho que, ultimamente, chuva em Fortaleza não é exatamente uma grande novidade. Mas eu tenho meus motivos para ficar tão feliz especificamente com a chuva de hoje.

Para isso, voltemos, sem entrar em detalhes, àquela que não foi exatamente a melhor semana do ano - semana passada. Porque, além de estar até a alma dos ossos de trabalhos [numa só tarde eu tive que fazer cinco resumos para Radiojornalismo I. Pelo menos já tinha adiantado os outros quatro no domingo. Mas, mesmo assim, acabei perdendo o pilates - pretty much a única coisa que consegue manter a minha mente relativamente afastada da vida. Nem em sonho eu esqueço esses trabalhos. Literalmente.], eu tive... alguns pequenos problemas no lado Guaraná Antartica da vida [desculpa, estou abolindo a Coca-cola da minha vida]. Meus nervos ficaram meio aos frangalhos, coitados. Meu miocárdio, então, nem se fala [por sinal, ele ainda está se recuperando. Sejam bonzinhos com ele, por obséquio. Eu não aguentaria mais uns dias como esses, e nem venha me dizer que é exagero da minha parte]. Continuando a minha saga nada heróica, pulemos a parte emocionante, pra não dizer outra coisa, da noite de ontem; compartilharei apenas que só tive uma noite decente de sono porque, bom... seria realmente uma proeza não fazê-lo com 750mg de paracetamol circulando pela minha pessoa.

Sendo hoje segunda-feira, é de conhecimento geral que, pontualmente às 5h15, meu celular estava a me despertar do que não foi nem 1/4 do que eu queria ter dormido. Anyway, como boa aluna que sou [haha.], lá fui eu para a minha segunda casa, com uma cara não muito contente, é verdade, mas fui mesmo assim. Depois da primeira aula [ainda bem que a professora me manteve ocupada. Santa Kátia], resolvi brincar de ser autista.

E, com uma ameixa numa mão, um texto do Malthus da outra e músicas do Jamie, do Oasis e do Bob Dylan truando nos fones de ouvido, me aconcheguei num banquinho não muito confortável no final do corredor [não me tomem por anti-social. Adoro meus amigos e colegas zigotos de jornalistas, mesmo. Mas ficar só, em doses moderadas, me faz bem. Simples assim.]. Quando as minhas vias lacrimais estavam prestes a me trair de novo [Quando foi que elas ficaram tão fora de controle?!]... Eis que vibra o celular.


Eu ficaria com um nariz de fazer inveja ao menino que hoje é de verdade se dissesse que isso não foi o ponto alto da minha manhã. Também recebi a primeira prova de Sociedade, cultura e mídia. Não foi um rendimento genial, mas foi satisfatório. Não poderia ficar mais aliviada. Mas isso não chega nem aos pés do que aconteceu antes, ponto. Fato: meu humor ficou visivelmente melhor. Dizer que está tudo na mais perfeita harmonia seria um exagero, mas, dentro do possível, estou até satisfeita.


Voltando à chuva [que, por sinal, já acabou. -.-]. Minhas manhãs já tiveram começos melhores. O de hoje foi... argh. Uma coisa meio 'Breu', do Vander [Quê? Não conhece Vander Lee? Seu herege. brinks. Mas que deveria conhecer, deveria]. Depois das 9h20, coincidentemente ou não, o dia começou a melhorar. Mesmo. E depois... começou a chuver.


Alguém aí pediu pra chuva parar? Então, desligue o computador e vá ver a chuva ouvindo Jamie Cullum [ou outro cantor que você goste. Mas eu, particularmente, ficaria com o Jamie]. É das coisas que mais me relaxam - e a última que eu deveria estar fazendo agora. [Mais uma notícia feliz: pelo menos o artigo de Impresso I entrou em trabalho de parto. Já quase nasceu.]


Sinto que estou fazendo meus leitores, se é que há algum, de psicólogos. Não vou mais importuná-los. Pelo menos não por hoje. É isso. Os que podem aproveitar o fim de tarde, à janela, ao parque, ao jardim. Os atarefados como eu, bom... vamos brincar de ser eficientes.

Até mais ver, XX

sábado, 21 de março de 2009

Give me coffe & TV


Um belo dia, eu criei esse blog - provavelmente o 94875563 que criei - e, também pela 94875563 vez, prometi que ia mantê-lo atualizado, por mais que a minha vida über corrida tentasse me impedir de fazê-lo. Mas, maas, como já diria meu grande amigo Camelão, tudo passa - inclusive meus preciosos minutos. Ah é. Eu nunca quis tanto que o meu dia tivesse, digamos, umas... 45 horas? Isso. 45 horas seriam uma boa ajuda.


Bom, voltemos ao nosso belo mundo de verdade, onde eu não tenho um dia de 45 horas, não atualizo meu abandonado Château e respiro trabalho da faculdade, e onde, depois de saber da minha exaustiva rotina de acordar com minhas amigas galináceas às 5h20, chegar em casa às 14h - depois de vir no bombante Campus do Pici-Unifor e andar no sol até em casa - e dormir às 00h00 - isso quando consigo deitar e dormir -, meu instrutor de pilates - sim, às vezes dá pra tirar uma folga da minha vida de zigoto de jornalista - se atreve a perguntar:


- Ah, mas você tira uma soneca à tarde, não?



O quê?! Soneca à tarde?? Que nada. Dormir à tarde é para os fracos. Eu sou forte!


Mentira. Eu não sou tão forte quanto gostaria. Na verdade, eu mal tenho tempo de pensar em dormir à tarde. Eu só descobri todo o potencial que existe em uma linda & magnífica xícara de café.

Por favor, leia bem devagar e em voz alta comigo: c a f é.


Não é a palavra mais linda que você já ouviu? MelDels, quantas vezes o café já salvou minha vida! Eis uma verdade sobre a minha pessoa que Buda e o mundo sabem: eu não funciono sem cafeína. Fato: eu seria incapaz de manter meus lindos olhos que-eu-queria-que-fossem-de-ressaca abertos durantes as três aulas que estressam os meus pobres neurônios diariamente se não fosse a abençoada primeira xícara de café do dia. *Modéstia às favas, eu sou a hóspede perfeita - mesmo -, mas queria aproveitar a oportunidade para fazer um humilde pedido. As pessoas que me convidarem para dormir em suas casas, peloamordascapasdecelulares, me façam feliz - me dêem nem que seja um gole de café. Café da manhã sem café não merece ser chamado como tal. Decretei. *


E no momento que vos escrevo, adivinha só? Há uma xícara de café na minha mão. Pois é. Há quem me diga para tomar menos café - em especial o que me tem nos braços. Ele não deveria falar isso, considerando que ele mesmo desfruta da hiperatividade que às vezes me é provocada pela cafeína. Isso sem falar que o Governo federal discordaria dele, embora isso não venha ao caso agora. Eu acho - e isso é apenas a minha humilde opinião, mas eu gostaria de pensar que ela serve pra alguma coisa - que ninguém que nunca tenha visto o pôr do Sol na janela da minha sala - sim, eu tenho a vista mais linda. Ok, uma das vistas mais lindas. Mas tenho - tomando um café preto, amargo, de preferência sem açúcar - pode desmanchar essa careta. Seu paladar não é refinado como o meu. Haha. - e ouvindo Jamie Cullum cantando High and dry - ou qualquer outra coisa. Jamie é perfeito cantando até A-galinha-do-vizinho-bota-ovo-amarelinho - não tem autoridade para me aconselhar a abandonar o que eu penso ser um dos melhores amigos dos jornalistas.
E, antes que eu vos aborreça mais falando sobre como o café é uma das melhores coisas que os bípedes já descobriram, vou guardar as idéias para mim. Mas, antes de ir embora, apenas mais uma consideração.
Dia desses, a avó de alguém disse, e Karine Alexandrino acha a cara do Oscar Wilde - e eu assino embaixo de praticamente qualquer coisa que tenha saído da mente dele [nem dava pra notar...] -, que é preciso tomar cuidado com que se deseja, porque pode se tornar realidade.
Pois bem. Dia desses, mais precisamente 18 de dezembro do último ano, por ocasião do começo das férias, fiz no esquecido Château o seguinte comentário, dois pontos:
'[...] agora tenho férias. Nada de prazos, nada de horários; compromissos, apenas comigo mesma e alguns livros e filmes que, jurei, ia ler e assistir até o próximo começo de aulas. O diabos é que quase estou sentindo falta de ter que fazer algo. Sabe? De dormir pensando 'OK, amanhã à tarde preciso ler o texto do Thompson e, depois, fazer uns cortes na coordenada do paintball.'
[...] Sabe-se lá por quê, foi-se a vontade de passar a tarde largada na cama de casal dos meus pais olhando para imagens na tela. Era triste, mas estava entediada. Fato.'
Pois é. Acho que, no começo desse semestre, Murphy, um belo dia, acordou feliz, olhou para mim e disse: 'Filha, hoje é seu dia de sorte. Suas preces serão atendidas!' [Nota mental: lembrar de nunca mais fazer esse desejo]
E eis que ele pôs um trilhão de trabalhos na minha frente. Colocou, inclusive, o Jocélio no meu caminho, provavelmente na intenção de tornar meus dias mais... emocionantes. *Murphy tem uma certa simpatia por mim; acho mesmo que foi ele que me deu o precioso dom de não ter lá muita coordenação motora.* Murphy, obrigada pela atenção, mas, por favor, lembre-se de atender as preces de outras pessoas de vez em quando. [\o/]
É isso. Espero poder dar sinal de vida o quanto antes - e peço desculpa por me demorar tanto falando de... café [Não, a Santa Clara não me pagou nada. Mas deveria.] Mais tarde, eu vou ter meu merecido momento superfelizquesó com o que me tem nos braços [;***], e vocês? Até mais, vão pela sombra. XX

terça-feira, 3 de março de 2009

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Incialmente, eu, humildemente e me reprimindo, gostaria de pedir sinceras desculpas pelo grito de ontem. Meus neurônios, coitados, esqueceram o que é lucidez - e eu meio que os acompanhei. Pois é.

Bom, mas como foram de Festa da Carne? Eu não viajei, não fui pra Festival de Jazz & Blues, nem aos shows da Praia de Iracema, nem aos desfiles na Domingos Olímpio, nem assisti aos três filmes que aluguei [-.-] Não, eu também não cumpri a velha promessa de quem fica em casa - "vou aproveitar o tempo livre pra colocar as leituras e trabalhos em dia" [ahnrram. E isso lá funciona comigo?] Mesmo assim, meu Carnaval foi ótimo, obrigada. Fiquei pela cidadela, vi alguns poucos filmes, assisti à cerimônia do Oscar - porque sempre é bom prestigiar Hugh Jackman -, dormi à noite, joguei Uno, tomei sorvete de açaí, fiz de tudo pra passar o máximo de tempo possível com o que me tem nos braços. E descobri o porquê de o Carnas ser a festa da carne. haha. Enfim. Voltei, não renovada, mas muito, muito, muito cansada. Sério.
Preciso de outro Carnaval. Um mais longo, de preferência.


E por hoje... é isso.

segunda-feira, 2 de março de 2009

AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH

Dois comentários de impresso I que eu não tenho nem idéia de como fazer pra terminar (já falei hoje que eu odeio o jocélio? Pois é, eu odeio o jocélio), roteiro de rádio I ainda pra começar, Sol voltando a entrar no meu quarto, impaciência maior do mundo, vontade de apertar & morder coisas.
AAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH.












Pois é, não era exatamente assim que eu pretendia voltar a postar, mas, fazer o quê?
Hoje eu definitivamente não estou normal. Nem deveria estar ouvindo Third eye blind.
beijosalguémmeligaAGORApeloamordaSantaTerezinhadoMeninoJesus. Preciso MESMO conversar com alguém sobre qualquer coisa.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

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Minha coisa querida,
Meu bem, minha vida,
Meu sonho, meu raio de sol
Desde o dia em que te vi
Bem-te-vi, bem-te-vi
Que só faço sonhar

sábado, 3 de janeiro de 2009

And another day God will give her


E eis que 2008 foi-se, como as folinhas passadas uma a uma dos calendários de parede e de mesa. Acabou-se o que era doce? Ah não... Só começou. Vinte três horas e cinqüenta e nove minutos de 31 de dezembro, nada de nostalgia salpicada de arrependimento, que isso não combina comigo; estava eu mais interessada em abraçar as pessoas ao meu redor, fazer desejos, gritar. Com a alma mais que lavada e enxaguada no contentamento. Eu disse que ia ter o melhor reveillon, não disse? Pois bem, a primeira promessa de 2009 foi devidamente cumprida.
Aliás, falando em promessas, esse ano, resolvi fazer diferente. Nada de lista escrita de resoluções. Achei meio deprimente quando, no último dia do ano, percebi que só tinha cumprido 1/3 das minhas promessas. Além do mais, vou falar... Fazer uma dieta de verdade, praticar atividade física, ler mais, manter as gavetas organizadas, variar o cardápio de filmes e músicas... isso não são promessas, são obrigações morais - de você com a sua pessoa, é claro. Bom, mas como a carne é fraca, e eu não sou de adamantium, acaba que fica um tanto impossível não fazer uma lista de 'coisas a fazer' a longo prazo. Coisas do tipo assistir a toda a série Star Wars, aprender a coreografia completa de Thriller e assistir a todos os filmes da lista de 123 títulos que fiz semestre passado. Na verdade, não vou fazer nada mais do que transferir a lista de 2008 pra 2009. Fato. Mas, nunca se sabe... pode ser que, nesse ano, o folêgo dos primeiros meses dure até o fim de dezembro e eu consiga, finalmente, dizer que tudo foi cumprido com sucesso. Pra ser bem sincera, vou ficar bem feliz se ao menos conseguir fazer tudo o que planejo para cada dia [\o/].
Anyway, se, assim como no ano passado, os dias correrem como as primeiras horas de janeiro, vou ter um ano divino. Que venham os dias novos, os próximos novos, próximos primeiros, próximos últimos, próximos acertos e erros. Um ano novo tchubarubado para todos ;D
Boa sorte com as resoluções, até mais ver. XX

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

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Aaaaah, o famigerado último post do ano. Não podia passar batido. Veio quase junto com os dias novos que estão virando a esquina, mais o importante é o que mais importa. Como todo ser pensante que se preza, tenho algumas considerações a fazer sobre esse maravilhoso ano que já ensaia as despedidas e sobre as coisas igualmente maravilhosas - ou não tanto - que aconteceram nos dias que sucederam.
Siim, eu disse mesmo maravilhoso ano. Maravilhoso, porque passei nos dois vestibulares que prestei; porque comecei o curso que queria e na Universidade que queria; porque me apaixonei e desapaixonei (e me apaixonei definitivamente ;**); porque aprendi; porque chorei mesmo; porque ri mesmo; porque me diverti como nunca; porque não me reprimi *:D*; porque fui lá e fiz; porque tive primeiros e últimos (mais primeiros que últimos, felizmente); porque (me) descobri; porque fiz novos amigos e colegas; porque li; porque ouvi música; porque vivenciei primeiros; porque me senti.
Porque, nos derradeiros últimos 60 segundos do dia 31 de dezembro, quando todo mundo, conscientemente ou não, vai parar para olhar pra trás e fazer aquela indispensável retrospectiva, eu vou poder encher a boca pra dizer que não me arrependo de absolutamente nada que tenha feito ou deixado de fazer.
(Por sinal, a única coisa da qual poderia me arrepender acabou me trazendo a melhor coisa que me aconteceu nesse ano e em todos os outros. Mesmo. Aí que, ainda que aquilo tenha trazido um certo arrependimento no começo e tenha me chateado, hoje, eu só posso agradecer por ela. Indiretamente, mas obrigada mesmo assim.)
Enfim, porque posso dizer - sem medo de ser feliz - que 2008 foi o melhor dos anos.
E, justamente, eu preciso agradecer a algumas pessoas que possibilitaram um ano tão perfeito. Não que elas irão ver isso, mas quero agradecer mesmo assim *\o/*
~ Mammys & Pappys. E vou dar a tão clichê quanto verdadeira explicação de que eu seria literalmente nada sem eles. fato.
~ Márcio. Porque, tirando meus pais (que, of course, correm por fora), está no topo da lista das pessoas que fizeram desse o melhor ano. Porque veio na hora certa, nem um minuto antes ou depois. Por todos os momentos divinos. Enfim... por ser ele e estar comigo ;**
~ Família. Apesar de qualquer pesar que tenha ocorrido ou venha ocorrer.
~ Amigos de infância.
~ Novos amigos. Não vou citar nomes, nem vou dizer coisa do tipo 'Quem é, sabe'. Tem quem acha que é e não é - e quem é, mas talvez não saiba. Então, obrigada aos novos amigos. E aos novos colegas.
~ Aos professores. Em especial ao Velázquez e, principalmente, ao Simões.
~ Mallu Magalhães *:D*
~ Heath Ledger.
~ Oscar Wilde, sempre.
~ Jamie. Pela trilha sonora de todos os dias.
~ Dando nomes aos bois só nesse caso especial: Thalha e Rafa. Porque eu tenho os melhores melhores amigos.
~ Stephenie Meyer. Porque há tempos não sentia tesão por um livro, e Crepúsculo trouxe isso de volta.
~ Wagner Moura e Selton Mello.
~ Pessoas da Bienal.
~ Aos seres do sexo oposto que passaram pela minha vida nesse ano, tenha sido por um mês, sete minutos ou duas músicas do Lulu Santos. Quer o que tenha sido o que fizeram, brigadinha.
(...)
~ Por fim, Buda, Deus, Alá, ou quem quer que seja a força superior que tenta pôr um pouco de ordem nesse caos em que moramos. Por ter me mandado todas essas coisas & pessoas que me cercam.
Apesar das milhares de outras pessoas a quem eu gostaria de agradecer pelos mais diversos motivos, paro por aqui. Aos eventuais visitantes do Chateau, obrigada também. Um ano cheio de sucessos, realizações, pipocas, sombras e felicidades. Feliz 2009!
Eu vou ter o melhor reveillon de todos, e você(s)? xD
beijos e até,

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Letting that go. For good.


Férias. Soa bem, não? Nas tardes e noites em que uma matéria sobre paintball, um artigo sobre a desvalorização do ombudsman ou uma penca de textos esperando para serem fichados me tiravam o sono e me mascavam o juízo, era de se esperar que eu desejasse mais que ardentemente que as tais chegassem logo. No entanto, em verdade, em verdade vos digo, eu não implorava por férias, mas por um feriado. Um daqueles feriados de quatro dias. Páscoa, Carnaval, o que fosse. Eu não queria dois meses sem pisar no campus, só quatro míseros dias fazendo absolutamente nada.

Bom, feriados, não tive. Mas agora tenho férias. Nada de prazos, nada de horários; compromissos, apenas comigo mesma e alguns livros e filmes que, jurei, ia ler e assistir até o próximo começo de aulas. O diabos é que quase estou sentindo falta de ter que fazer algo. Sabe? De dormir pensando 'OK, amanhã à tarde preciso ler o texto do Thompson e, depois, fazer uns cortes na coordenada do paintball.' No começo, preenchi meu tempo com Crepúsculo. Literalmente não conseguia largar o livro e, conseqüentemente, terminei antes do previsto. E agora?
Achei filmes meus que ainda não tinha visto. Pensei ser ótimo, ocuparia as tardes. Vi Cats. Footlose. E... E... E mais nada. Sabe-se lá por quê, foi-se a vontade de passar a tarde largada na cama de casal dos meus pais olhando para imagens na tela. Era triste, mas estava entediada. Fato.

Dia desses, tive um desejo enorme de falar, mas não sabia ao certo com quem. Diante da insana vontade de conversar com alguém, pus-me a ligar para algumas poucas pessoas - duas, na verdade - que, eu sabia, não se importariam em trocar palavras comigo.

Ironicamente, nenhum dos contactados estava disponível para falar com a minha pessoa.

Com o infalível tédio típico das férias começando a maltratar meus nervos, decidi-me por fazer algo que, geralmente, me consome largamente o tempo: revirar alguns pertences de infância meus.

Na maioria das vezes, me contento em ler diários e agendas que já não cumprem sua função. Entretanto, percebi que, ultimamente, tenho evitado fazê-lo; é um tanto dolorido admitir, mas as letras coloridas que enchem aquelas linhas e as idéias e pensamentos nelas impregnados me causam certa vergonha. Custa-me crer que aquela pessoa costumava usar a minha pele.

Exatamente o que escrevi lá, não importa - o tempo, por certo, não irá apagá-los tão cedo, e eu, por sinal, apesar de não parecer, não gostaria que ele o fizesse. Basta apenas dizer que se trata de um breve relato daquilo que preenchia a minha vida, tão comum até aqueles dias: amores platônicos que nunca se realizaram, uma ou outra indisposição com meus pais, eventuais decepções escolares, atos de supostas grandes amigas que me chateavam. Tudo tão clichê, que, ao lê-los, me sinto apenas mais uma pessoa como tantas outras por aí - idéia que abomino com todas as minhas forças. Não que eu seja a mais original das criaturas, mas uma parte de mim gosta de acreditar que tenho alguma coisa, qualidade, defeito, sonho, o que seja, que me faz ao menos um pouquinho diferente.

E, nessas de olhar coisas antigas, sejam elas da infância ou dos meses que correram nesse ano, conhecidos fantasmas voltam ao Château... Pela última vez? Não, não penso que seja a última visita. Acho, sim, que eles vão me acompanhar por tempos indefinidos, assim como tenho certeza que, mais dia, menos dia, eu e os mais arredios nos acostumaremos uns com os outros.

Finalizando, faço minhas as palavras do querido Steven Tyler: When you don't look back, I guess the feelings start to fade away. Pra quem mais, por ventura, estiver precisando, fica a dica ;)


Arriverdeci e não esqueçam de ir pela sombra ;**

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

"Felicidade:


circulação apropriada de lubrificantes endócrinos." (Ezra Pound)




Vou dizer, sem vergonha nem pudor - porque, afinal de contas, a meu ver, boas notícias e pudor nunca apreciaram andar de mãos dadas - que os meus lubrificantes endócrinos provavelmente nunca circularam tão bem quanto nos últimos dias. Mesmo.
Então, pobre Chateâu, abandonado não só pelos eventuais hóspedes, mas pela própria anfitriã, deixando-o habitado apenas pelos fantasmas que insistem em me mastigar o juízo vez ou outra (e que eu, por alguma razão desconhecida, permito que façam). Hum hum. Que feio, Indira Maria. Pois é, há pessoas que simplesmente somem, fazer o quê? Maas, como já dizia a avó de alguém, quem é vivo sempre aparece. Eis aqui a minha pessoa, neurônios & coração, de volta ao meu querido Château.
Abandonado, desinformado, coitado do Château. Nem peço desculpas aos leitores - sei que não há. Tudo bem. Eu voltei, certo? Definitivamente. Promessas, não as faço. Ando acometida por uma falta de atenção absolutamente horrível; mal consigo terminar um livro em pouco tempo, que dirá postar com a mesma freqüência das férias. Ou não. Talvez consiga, só pra variar.
Então, vou perguntar, mais por educação do que por achar que alguém vai responder: como estão as queridas pessoas imaginárias que se dão ao luxo de perder alguns preciosos minutinhos de seus dias über corridos para dar atenção às humildes idéias dessa louca pessoa que vos posta? Espero, mesmo, que com níveis de endorfina tão elevados quanto os meus. Sério. Dillababy anda feliz da vida, se lhes interessa saber.
Maaas, maas, eu não vou cometer o pecado horrível de deixar sua(s) pessoa(s) aqui brincando de tentar entender o fluxo de consciência da sua anfitriã. Falemos de outra coisa. Pessoinhas, foram à Bienal do Livro? *Por favor, responda que sim, você não só foi como adorou* Sejamos críticos: muitos, muitos livros infantis. E de auto-ajuda. Mas dava pra achar muuuita coisa boa também - e com uns descontos que vieram bem a calhar. Me esbaldei, nem mentir.
Mais: palestras, adorei. Ou melhor, algumas. Vou ser bem sincera: a do Machado de Assis, pena, foi triste - só pra usar um eufemismo. Falaram de tudo, menos do Machadinho. Por outro lado, a de adaptações para o cinema e a do André Vianco foram muito, muito boas. Por sinal, nem conhecia o André. Super* simpático & atencioso, adorei. Já incluí 'Os Sete' na lista de livros que tenho que ler.
Falando em palestras, e aqueles puffs do Espaço Jovem?! Sooooonho. Adorei por demais. Na minha humilde opinião, eu deveria ter ganhado um como prêmio por ser a pessoa que passou mais tempo deitada num puff da Bienal. haha. Mas é sério. Sempre estava por lá nos intervalos entre uma palestra e outra, ouvindo musguinha, lendo o livro do André Vianco ou simplesmente olhando pro teto. Eu me senti em casa, falo mesmo.
Então, preciso parar por aqui. Minha hiperatividade me impede de fazer um post mais bonitinho e com mais sentido \o/ Eee, tenho coisas a fazer. Como um artigo interminável para Língua Portuguesa II.
Arriverdeci, ;*

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

I can't hide and I just can't fake it

Oi, adoooro gente sumida, e você(s)? Em verdade, em verdade vos digo, sumida estive por falta de 1. tempo; 2. assunto apropriado; 3. vontade mesmo, em alguns dias. Maaas, eis que ela retorna das cinzas! Bom, não digamos 'das cinzas', porque meio que parece que eu não andei passando muito bem, e eu definitivamente não quero passar essa impressão porque - carambolas! - é justamente, completamente, totalmente o contrário. Aah, acabo de lembrar que haviam dois posts antes desse. Sim sim, eu deletei. Modéstia às favas, até achei que um deles ficou muito bom, mas a verdade é que estavam um pouco... pessoais demais. Por via das dúvidas, achei melhor fingir que não existiram.
Anyway, essa é a hora em que você me pergunta 'então, como você tá?' E eu digo, sem medo de ser feliz, melhor, impossível. É, é verdade, eu não passei na prova do Detran - claro que melhor estaria se nunca mais tivesse que passar por todo aquele processo de novo. Maaas, fazer o quê? Prefiro não pensar nisso agora. Até porque, nem tudo foi tragédia naquele dia, né?

Oh yes. Coisas ótimas têm acontecido desde então. Coisas que são um ________ da estrela. ;X Adooooro, mesmo. Felicidade que transborda, mesmo nos momentos de delírio de fome & saudade :D ;X
Então, é um post curto, curtíssimo, curtésimo, mas o importante é o que importa e o que importa é que o bom filho à casa torna. Na próxima, me empenharei mais, prometo. Beijos beijos beijos, até mais ver e vão pela sombra ;*

domingo, 10 de agosto de 2008

Like a boomerang through my heart.

'You sit and you stare and you wait and you wonder
You think "Maybe it's me and I'm being a fool."
You start to believe it's a curse that you're under
And you're just a doll for a boy who is cruel
With a pin...'



Ui, sumi. Perdão, mas tenho tido semanas bem movimentadas - mais do que eu queria, pra ser bem sincera. Estivesse com um humor formidável, citaria Júlio Verne: 'A minha vida está cheia, sem lugar para o tédio. É praticamente tudo o que peço.' Ah é, a minha vida está sem lugar para o tédio. Mas também está sem lugar para eu descansar devidamente e organizar minha cabeça. Sim, minha cabeça está, de fato, uma bagunça, o que não me agrada nem um pouco, se você quer saber. E você tem, acho eu, todo o direito de perguntar o porquê.
Poderia ser bem clichê e dizer que na verdade, na verdade o que está uma bagunça não é exatamente a minha cabeça - ou melhor, que a confusão dela é uma conseqüência do que tem passado o meu maltratado miocárdio. Pobre miocárdio! Ele não merece passar por isso - nem eu. Está todo arranhado, o coitadinho. E eu, que sou solidária, tenho quase uma mancha roxa pra cada hora em que pensei no assunto com uma certa revolta (não, não foi proposital. Primeiro, bati a mão na ponta da pia; depois a cabeça no vão da porta; algumas horas depois, os dedos da outra mão no vão de outra porta; e, por fim, a perna em algum lugar que esqueci). É, já sou naturalmente desastrada, chateada fico pior.
Já não bastasse os mais recentes arranhões do meu miocárdio (viu, mon cher, vou aliviar a sua culpa; nem falo em queimaduras, mas em arranhões), juntou-se a eles a infalível vingança do meu útero - sempre vem, e com uma regularidade que beira o prodígio. Estava ultra-sensível, e nem venha dizer que exagerei. Considero meus motivos muito plausíveis.
Aliás, essa minha auto-censura me dá nos nervos. Se fico chateada, logo penso que estou exagerando e tento fingir que está tudo bem. Meu querido, isso não é normal. Né? Há um tempo atrás, descobri uma técnica muito boa - dar-se prazo para acabar com a tristeza, ou raiva, ou o que quer que seja que você está sentindo. Daria muito certo, não fosse o fato de eu esquecer que, no meio tempo, você precisa se permitir sentir. Precisa realmente mergulhar. Meio como sofrer mesmo e, quando acaba o prazo, você segue em frente. Pois bem; não defini meu prazo ainda. Penso que uma semana, a partir de hoje, é suficiente. Desculpa, Claire, em cinco minutos não dá. Uma semana funciona melhor. Uma semana para eu me chatear, sentir raiva, sentir saudade, querer voltar para o começo, querer terminar logo tudo, me sentir como se não soubesse o que quero. E, depois do próximo domingo, adeus. Seguir em frente como se não houvesse mais arranhão algum. Os outros passaram, com muito tempo, mas passaram. Claro que esse é diferente - não estou desconsiderando o que passou, só pra constar. Mas vai passar. Até lá, meus óculos escuros e a minha capacidade - boa ou ruim, não sei - de esconder o que se passa aqui me darão cobertura.
Mais uma vez penso que estou exagerando. Tenho que parar urgentemente com essa mania. Pode até ser exagero, mas eu preciso pensar que não é.
Mon cher, isso definitivamente não cabe em um 'Hunrrum', 'Eu entendo', 'Eu compreendo'. No entanto, eu, de fato, entendo. Eu não fiquei com raiva - não como você pensa - e com certeza te perdôo. Mas dizer que mal dói, que já nem me importo tanto, que está tudo muito bem, obrigada, me deixaria com um nariz de fazer inveja ao menino que hoje é de verdade. De qualquer forma, foi ótima a experiência, e você é uma pessoa maravilhosa.
Nossa, cara de desabafo. Hey, ninguém anda por aqui, achei que podia ser um pouco mais... pessoal. A verdade? Era pra esse ser um posto sobre o começo das aulas. Sobre rever os amigos, conhecer novos professores, estar em disciplinas novas... Bom, fica pra próxima. Desculpem-me por hoje, mas precisava colocar isso em algum lugar, mesmo que o texto não faça muito sentido. Beijos, beijos, beijos, até ;*

terça-feira, 29 de julho de 2008

Appretizing young love for sale/ Who will buy?

Olha só quem resolveu dar as caras - literalmente. Pessoas, não sei se lhes interessa, mas, antes que pensem que ainda não tinha posto aqui uma foto minha porque devo ter algum complexo de baixa auto-estima, o fato é que gosto de colocar imagens, minhas ou não, que passem um pouco do que estou sentindo quando posto - e nem sempre encontro fotos minhas capazes de fazê-lo. Mas, hoje, sabe-se lá porquê, resolvi colocar essa. Gostei dela.
Então, estou há uma semana sem mandar sinais de vida, mas, se você quer saber, não aconteceu nada de tão extraordinário. Quer dizer, eu fui, com a Lara, ver TDK *pulinhos* Como assim, de novo? Quem me conhece sabe da minha adorável mania de ver o mesmo filme 350 milhões de vezes, principalmente se forem filmes que de fato merecem ser assistidos de novo & de novo - como esse Batman. Costumo dizer que a primeira vez é de puro deslumbramento, e você só tem uma visão geral da película; a partir da segunda é que vão aparecendo os detalhes, sejam eles do figurino, da interpretaçãos dos atores, dos cenários, da trilha sonora, enfim, de tudo, as frases que você não conseguiu ler ou interpretar direito... Penso que TDK é como Jesus Cristo Superstar e Rent - fica cada vez melhor. Anyway, tô a fim de ir para o tri, alguém se habilita a me acompanhar? Juro que eu fico caladinha durante o filme inteiro e não conto o final, a menos, claro, que você queira que eu o faça. Aah, e eu não me importo em dividir a pipoca. Desde que ela seja suficientemente grande para durar pelo menos 2/3 do filme, é claro.
Aaah, mas esse dia foi triplamente emocionante. Inicialmente, claro, por rever uma grande amiga e assistir ao já citado filme. Depois, quase cegamos com tantos flashes de camêras digitais porque - adivinhem só - o Dado Dolabella estava no shopping. Nossa, eu vi a cabeça do Dado Dolabella. Duuude... Se fosse o Selton Mello, ou Wagner Moura, ou Marcelo Anthony, ou Igor Cotrim, eu seria a primeira a me descabelar e me jogar na frente gritando histericamente, mas o Dado Dolabella? Tá, melhor seguir em frente e deixar as moçoilas morrerem de amor em paz.
Após o filme, cumprimos nosso mais que sagrado ritual de passar na Siciliano. Chegando lá, vi uma edição em inglês de O Nome da Rosa, do Umberto Eco, e não resisti. Há meses que eu procurava esse livro, em português mesmo, mas vou juntar o útil ao agradável e ler em inglês. Anyway, lá estava eu, muito satisfeita, carregando a minha futura mais nova aquisição como se fosse um bebê recém-nascido, quando, out of blue, pensei: "Já imaginou se eu encontrasse aqui alguma coisa do Oscar Wilde que ainda não tenho?" E aí, quando olho pra frente, eis que vejo De Profundis na prateleira. Bom demais pra ser verdade. Minha amiga perguntou se eu ia mesmo leva-lo também, afinal, já estava decidida a não sair dali sem O Nome. Não deveria fazer essa extravagância, mas não gosto de ignorar esses "sinais" que a vida manda \o/ Principalmente se ele estiver relacionado ao amor da minha vida - leia-se Oscar Wilde. Lembro de uma frase que diz "escolhe um autor como escolhes um amigo". Então, Oscar (se me permitem a honra de chama-lo só pelo primeiro nome) é, no mínimo, o meu melhor amigo. Gastaria toda a minha mesada em um livro dele se preciso fosse - e sem duvidar que a satisfação pessoal de ler mais uma obra dele compensaria todo e qualquer gasto. Bom, mas a supracitada obra era da coleção L&PM pocket, ou seja, estava mais do que em conta. Ando super envolvida com a leitura do De Profundis - e descobrindo muitas coisas sobre a vida e a personalidade do Oscar e do odiado Bosie; entretanto, vou deixar os comentários para quando terminar de lê-lo.

***



Ahhh, última semana de férias. Quatro de agosto já vem virando a esquina; vamos fazer um bolão e ver quem acerta por quantas noites eu ficarei sem dormir até o início das aulas?
Verdade seja dita: apesar de um ou outro esporádico ataque de tédio & impaciência, essas semanas passaram voando. Hey, sem cara de choro: acabaram-se os "dormir tarde, acordar mais tarde ainda", retornam os "deitar cedo, demorar a dormir e acordar bem cedo", maaaaas estou bem empolgada com o começo do semestre. As disciplinas estão me parecendo muito interessantes, dizem que os professores são ótimos, vou fazer novos amigos, rever os "antigos" e, é claro, resolver umas coisas pendentes. Né? É sim, mon cher. Talvez esteja exagerando, mas já estou me preparando para todas as possibilidades - embora eu ache que, nesse caso, não tem muitas possibilidades... Bom, não quero entrar em detalhes aqui. Melhor ignorarem esse comentário.
Como ia dizendo, vou voltar a freqüentar a minha querida segunda casa - e, acredite, vou passar bastante tempo lá. Pelo menos agora tenho um MP4 pra me fazer companhia naqueles típicos dias de Cineclube. Aliááás, falando em Cineclube, gente, vamos ler aqueles "cartazes", por favor. Cansei de perguntar pra meia Unifor se alguém ia pro Cineclube e as pessoas responderem algo do tipo "Sei nem o que é Cineclube" ou "Quando é isso?" ou qualquer coisa do gênero.
Sim, vou sentir saudades de algumas coisas do semestre que já se foi. Das aulas da Julita e, claro dela mesmo, por exemplo. Dos filmes da Bete. Das idas à Biblioteca Pública :X Dos tiques do Celiomar. Das aulas do Melo Jr, por que não? Ainda herdei o "maaaaaas" dele. De ficar naquele banquinho tomando banho de Sol :D De me empolgar toda vez que descobria algum lugar naquele mundinho. Isso sem vai falar de outras coisas das quais eu espero não sentir falta tão cedo - entenda-se "espero que continuem pelo tempo mais longo possível".
Semestre novo, vida nova. Hipérbole? Não não. Agora, vou poder fazer tudo que não deu pra fazer na primeira metade do ano - o semestre "de adaptação", como costumava dizer. Não sei em quantas vou ter que me desdobrar, mas acho que o fato de ter ficado bastante tempo das férias sem fazer nada verdadeiramente produtivo me deixou com a sensação de disposição. É isso. Estou super disposta a fazer tudo - tudo - dar certinho.

É isso. Acho que já falei demais. Beijos beijos beijos, até. Sexta-feira estarei aqui, homenageando a minha filhota no dia do aniver dela. A Jesmim mais do que merece ;D



~Vi isso em um blog, achei interessante, resolvi tentar. Pensei em fazer do Jamie, mas é sempre bom variar um pouquinho, neam? xD


[1] Escolher banda/artista.
[2] Responder somente com os títulos das canções.
[1] Lulu Santos
[2]
1. Descreva-se: 'O último romântico'
2. O que as pessoas acham de você: 'Você teima'
3. Descreva sua última relação: 'Vai entender'
4. Descreva a atual relação: 'Sem pressa'
5. Onde queria estar agora: 'De repente, Califórnia'
6. O que você pensa sobre o amor: 'A força do destino'
7. Como é sua vida: 'Vida incomum'
8. Se tivesse direito a apenas um desejo: 'Tesouros da juventude'
9. Uma frase sábia: 'Eu sou outro você'
10. Uma frase para os próximos: 'Hey hey, my my'




oO OK, meio bizarro. Vou tentar depois com outro cantor ou banda...


XOXO,

terça-feira, 22 de julho de 2008

,Take good care

Heey!
Ahn, lendo o último post, percebi que disse que ia fazer um "relato pessoal da experiência de FINALMENTE assistir ao filme e as impressões que tive", mas acabei falando só das impressões *desmemoriada* Bom, aqui vai o relato da experiência.
Primeiro, tive que convencer a minha mãe a ir assistir comigo; não ia dar - e eu nem queria - pra ir sozinha. Para tanto, eu tive que assistir no Aldeota, que não é tãããããããão ruim assim, mas, vamos combinar, não é como o Multiplex - e um filme como TDK deve ser visto no Multiplex. Então, fui ao Aldeota com meus pais - mas com a promessa para mim mesma de que ainda nessa semana iria dar um jeito de ir no Multiplex. Anyway, chegamos lá meio em cima da hora, fila dando voltas, e eu ainda ia comprar pipoca. Por sorte, conseguimos três cadeiras juntas, na ponta da última fila. Perfeito, não fosse por um detalhe - eu ia ter que sentar ao lado de um casalzinho. Ótimo, eu venho assistir a Batman e ganho 142 minutos ao lado dos pombinhos. É. Maaas, na minha imensa euforia & ansiedade, eu estava a disposta a não permitir que nada, nada (tripla ênfase, sim?) atrapalhasse a sessão. Sim, eu estava realmente levando aquilo a sério. Quer dizer, era o último trabalho do Heath, há tempos eu esperava pra ver, e já tinha lido tantas críticas boas que não queria perder um segundo de nada. Perto do meio do filme, percebi que estava tão envolvida que até esqueci quem estava do meu lado - naquele momento, parecia que só existia eu, o saco de pipoca e a tela. E, sem ser hiperbólica e sem medo de parecer ridícula, eu tenho que dizer: assistir a um filme com essa sensação é delícia cremosa, é... bom, é mágico. Infelizmente, não consegui ficar até o final dos créditos - tentei, mas um disfarçado impaciente "É muita gente!!" do meu pai me fez desistir; na próxima vez (quinta-feira. Eu disse que ia o mais breve possível...), com certeza ficarei. No final das contas, o cinema não era o melhor, o casalzinho ficou lá até o fim e a pipoca acabou antes do filme (ah é...gente ansiosa sofre), mas foi muito, muito, muito, muito bom. Mesmo.

E esse é o fim da maravilhosa experiência de assistir a TDK no cinema pela primeira vez.



***

Mesmo estando nas derradeiras duas últimas semanas de férias, vez ou outra acomete-me o tédio. À noite, sem muito o que fazer, resolvi experimentar assistir às famigeradas Mutantes - caminhos do coração e Chamas da vida - as novelas trash da Record. Bom, os que gostam que me perdoem, mas na minha humilde opinião isso é trash, sim. Ontem, com um leve indício de carência, me joguei na cama com um saquinho de Confeti e pus no dito canal exatamente na hora em que o...como era mesmo o nome? Ah sim. Na hora em que o Fernando Cobrão - acho que era isso - fazia um semi strip para um, sei lá, acho que estilista gay. OH MY GOD. Não, a interjeição não foi por causa do "corpo escultural" do Cobrão, mas para enfatizar como a cena foi tosca, inclusive pela lingüinha. Sim, meu caro, o tal não tem esse apelido à toa - nem por motivos maldosos, se foi o que você pensou.
Como se já não bastasse os nomes horríveis, os efeitos especiais mal feitos e todo o maniqueísmo explícito existente na estorinha dos Mutantes, logo em seguida temos Chamas da Vida - onde todo dia há um incêndio que queima metade do cenário. Quem são os bombeiros que mais trabalham? São eles, os bombeiros do supracitado folhetim. A trama é até boa, mas a galera anda exagerando nos efeitos. Vamos vamos vamos deixar a fábrica de sei lá quem intacta por uns dias?
Anyway, alguns minutos depois, cansada disso tudo, passei, sem titubear, para os mutantes originais - X-Men 2 passando no Telecine Action, não podia perder a oportunidade. Além de gostar muito do filme em si, um pouco de Wolvie seeempre faz bem. Né? Claro que sim. É sempre bom ver o Hugh Jackman, e eu, particulamente, gosto muito dele como Wolverine. É perfeito pra ele.


Então, tô com sono e falando besteira. Vou dormir e ter boons sonhos - ou assim espero. Mon cher... for Christ and my sake, work with me, would you?! Beijos beijos beijos beijos, desculpa o post nada a ver, boa noite, até ;*

domingo, 20 de julho de 2008

Why so serious? xD

Bon Jour!
É o seguinte, dois pontos: não é uma resenha crítica, certinho? É mais um, digamos, relato pessoal da experiência de FINALMENTE assistir ao filme e as impressões que tive. Eu pretendia fazer uma crítica, mas ia acabar ficando parecida com algumas que li... Enfim.
Nunca fui fã de filmes de ação, muito menos de super-heróis; no entanto, aos poucos, fui cedendo a eles. Primeiro, Homem-Aranha, depois X-Men, A Liga Extraordinária e, agora, Batman. Verdade seja dita: nunca assisti a um único filme do Morceguinho do começo ao fim. Tinha visto segundos de um ou outro, e só. Admito: provavelmente, também não teria feito questão de assistir a esse, não fosse pela cereja do bolo - a presença de Heath ledger no projeto. Aliás, "cereja" é pouco; a contribuição de Heath foi a cereja, a cobertura, boooa parte do recheio...Mas vamos por parte.
Como antiga fã do Heath e mais nova apreciadora de adaptações de quadrinhos para a Sétima Arte, esperei ansiosamente o lançamento da película. Ontem, o suplício chegou ao fim. Decepções? Nenhuma - muito pelo contrário. Se me permitem, vou cometer a ousadia de fazer comentários sobre ele sem ter visto o anterior, Batman Begins - mas com a promessa de que, muito brevemente, estarei na locadora mais próxima alugando o mesmo.
Batman - The Dark Knight traz um Bruce Wayne (Christian Bale) humano, afogado em angústias e dúvidas, lutando para limpar Gotham City da máfia e, ao mesmo, questionando se ele é do que Gotham City precisa. É aí que entra o promotor Harvey Dent (Aaron Eckhart), o Cavaleiro Branco da cidade, sem máscara, justo, querido, que também tenta limpar a cidade, não por lutas, mas pelo meio jurídico, e ainda tem tempo para construir um romance com Rachel Dawes (Maggie Gyllenhaal), sua parceira de trabalho e queridinha de bruce. Juntam-se, ainda, a eles o adorável mordomo de Bruce, Alfred (Michael Caine), Lucius (Morgan Freeman), o comissário Jim Gordon (Gary Oldman) e, claro, o Coringa (Heath Ledger).
Sob a direção de Christopher Nolan, todos os atores desempenham, com incrível e inegável maestria, seu papel; no entanto, gostaria de me demorar um pouco no que se transformou a revelação do filme.
Nem é preciso dizer que Ledger ganhou uma responsabilidade muito grande ao assumir o papel de Coringa. Correm boatos de que, antes de começar a filmar, ele teria passado um mês trancado em um quarto de hotel, sem contato com ninguém, e que, quando a produção voltou lá, encontrou um diário com várias frases psicodélicas escritas - o ator teria escrito um diário como se o mesmo pertencesse ao próprio Coringa. Além disso, diz-se que, quando indagado sobre o por quê da escolha de Heath para o papel, Nolan teria respondido: "Porque ele não tem medo!" É quase impossível falar do personagem sem compara-lo com as interpretações anteriores, mas, indubitavelmente, Heath Ledger - irreconhecível - foi o que melhor entendeu e incorporou toda a complexidade do Palhaço do crime. Seu Coringa, tão louco quanto sensato, é psicopata, sádico, anárquico, maquiavélico, descrente da humanidade, inteligente e, por vezes, cômico - mas não caricato, importante ressaltar. É até quase possível sentir misericórdia dele quando ele conta a origem de suas cicatrizes. Não é pelo dinheiro, não é para matar o Batman - os dois se complementam, segundo ele.
Recheado de efeitos especiais, não é mais só um filminho de ação. A película traz questões sobre a moral, a lealdade, a maldade, a loucura, os limites, a bondade - e sem cair na velha luta maniqueísta bem x mal; algumas frases, como disse Rafaela Zampier, do Cineplayers, parecem cortar rente à carne. A trilha sonora de James Newton Howard (Peter Pan) e Hans Zimmer (Piratas do caribe 2 e 3, o Código Da Vinci, Gladiador...) - dois compositores de quem sou assumidamente fã - dá um tom tenso, fazendo que o público também se sinta assim. O roteiro, de Christopher Nolan e Jonathan Nolan, é envolvente, supreedente, divertido, enfim, emocionante, digno do Homem-Morcego.
Sinceramente? Penso que esse texto não está à altura do filme. Assista assim que possível - se puder, vá hoje mesmo -, e, acredite, você não vai se arrepender de passar 142 minutos na sala do cinema.Mais do que recomendo. Seis estrelinhas para a equipe - e cinco extras para Heath Ledger. Nunca, jamais duvidei do seu talento, mas esse trabalho só veio mostrar a todos do que você era capaz.


~Batman - o Cavaleiros das trevas (Batman - The Dark Knight, 2008)

Direção: Christopher Nolan
Roteiro: Jonathan Nolan e Christopher Nolan
Elenco: Christian Bale; Heath Ledger; Michael Cane; Aaron Eckhart; Gary Oldman; Maggie Gyllenhaal; Morgan Freeman; Monique Curnan
Trilha sonora: James Newton Howard e Hans Zimmer














Pessoinhas, é isso. Espero que o textinho tenha ficado pelo menos razoável. Eu vou assistir de novo (nem que seja sozinha), e vocês? xD Bom final de domingo, beijos beijos beijos e até ;*

sexta-feira, 18 de julho de 2008

A placa R-26 significa:


OK, confesso: quando aqui sentei-me, olhar cansado voltado para a tela do lap, eu estava meio deprimida. Uma xícara de chá mate tostado na mão esquerda, o queixo na direita, silêncio absoluto no apartamento; nem sabia que figura pôr aqui. Como é que se escolhe uma figura que passe o que você está sentindo se, pra começo de conversa, você nem sabe exatamente o quê está sentindo? Quando olhar, vou saber, pensei. Abri o Google. Procurar o quê? Felicidade? Chateada? Comemoração? Frio? Sorriso? Talvez nem estivesse de fato chateada, mas só cansada e com uma p. dor de cabeça.

Eu nem ia começar esse post desse jeito. Eu ia começa-lo com um "Oh yeah! Passei na prova de Legislação - e com um 9,15! Não ganhei a garrafinha do Otávio - tinha que ter tirado no mínimo 9,5. Tivesse acertado aquela maldita plaquinha, tinha dado certo -, mas, vamos combinar, pra quem acertou 37 das 40 questões, me saí muito bem!" E ia colocar a imagem de alguém, não sei, pulando, ou rindo, ou alguma coisa assim.

Bom, mas aí eu tinha que abrir o Orkut primeiro, e comecei a me chatear. Pra completar, eu tinha, claro, que ouvir What it takes. Ah não, vamos sair dessa vida! Eu não tenho motivo pra ficar assim. Eu passei na prova, caramba. Eu faço o curso que eu quero, na Universidade que eu quero. Eu tenho amigos, novos & antigos, maravilhosos e com quem realmente me importo, além de pais que não são perfeitos, mas são in-críveis e sem os quais eu não seria coisa alguma. E experiências, com ou sem happy ending, que não trocaria por nada no mundo. Ui. Quanta coisa clichê, mas verdadeira, em um parágrafo só. Acho que eu sou a prova viva de que o objetivo do Bono foi mais do que alcançado.

Ahn, momentos tipinhos à parte, vou voltar à intenção inicial de hoje - a tal prova.

Não sei se já mencionei isso aqui, mas achei toda essa experiência extremamente parecida com a época do vestibular. Sério. Começando pelas cópias de tudo que é documento. Depois, aulas que duravam a tarde inteira, numa sala gelada apinhada de gente que eu não conheço e com um professor tão divertido quanto competente. Por fim, o dia da prova - fazer filinha na porta da sala, mostrar identidade, passar a digital, assinar prova...E, claro, agonizar esperando o resultado. Ah é. Já falei, excesso de confiança não combina comigo. Pelo menos o resultado não demora a sair. Anyway, com alguma sorte, quinta-feira começarei as aulas práticas. Boooa, eu nem peguei no carro ainda e já estou apavorada com o exame, mas tudo bem.

Então, como, pra variar, meu juízo não anda muito normal, vou parar por aqui. Ocorreu-me agora que é possível que meus textos só façam sentido pra mim, algo meio fluxo de consciência. Talvez eu devesse mesmo postar menos. Ou não. Amanhã? Se tudo ocorrer conforme o planejado, vou assistir a Batman - finalmente! Otávio, muuuuuuuuuuito obrigada por ser excelente professor & pessoa. Vou ter boas lembranças das aulas de legislação e primeiros socorros.
É isso. Beijos beijos beijos, até ;*

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Not the easy thing


Engraçado, ninguém comenta nesse blog esquecido pelo mundo, nada de tão emocionante assim anda acontecendo na minha amada vida, e, mesmo assim, eu posto com uma freqüência que até me supreende. Nessas horas, creio ser mais do que comum alguém se perguntar: "Por que pedras no asfalto eu continuaria a postar em um blog que ninguém lê?" Mas é muito simples, meu caro. Pura necessidade de escrever. Sabe quando músicos acordam no meio da noite com uma melodia na cabeça, ou levam o violão pra todo lugar porque às vezes, do nada, surge uma idéia? Então, sofro do mesmo mal; ando sempre com caderninho & estojo; quando o texto surge, out of blue, eu preciso escrever. E, não sei por quê, mas, trazendo-o para cá, quase tenho a sensação de estar compartilhando com outros seres pensantes -digo "quase" porque, aparentemente, já falei, o Château foi esquecido pelo mundo.
Anyway, hoje à tarde, fui à dentista. Antigamente, minha mãe me fazia companhia - íamos a pé, conversando. Hoje, fui all by myself, mas achei ótimo. É super agradável andar por aqui no fim da tarde. Me deu uma vontade enooorme de esticar o passeio até a 50 sabores pra tomar sorvete de limão com cobertura de marshmallow, mas não tinha levado dinheiro - e não podia tomar ou comer coisa alguma por meia hora. Tudo bem, foi bom pela voltinha. Eu estava bem - provavelmente porque finalmente, finalmente, tive uma noite decente de sono -, mas voltei melhor ainda. É isso, parece que eu ando um pouco e fica tudo bem, tudo Bunnys. No momento, estou ouvindo It´s too late - com James Morrison, of course - e degustando deliciosos pedacinhos de uma barra de chocolate Crunch. Alguém mais tá com vontade de sair dançando pela sala?
Pessoas, acho que eu tinha mais alguma coisa para falar, mas não me recordo agora. Vou ouvir Walk on e Leaving on a jet plane (aaah, mon cher, ficar chateada ouvindo U2, ou qualquer outra música da qual eu goste muito, jamais. I´m still hoping I have nice things to think about when I listen to them.). Ah! Já tinha esquecido que, amanhã de manhã, finalmente me livrarei da prova de legislação - assim espero... Preciso dar mais uma olhada nas plaquinhas e nos esquemas do big jim, ops, do Otávio. Me desejem sorte, por favor. Excesso de confiança não faz meu estilo.
Provavelmente, amanhã darei as caras de novo, se os leitores imaginários não se importarem. Beijos beijos beijos, até, e não se esqueçam de que há diferença entre curva à direita, curva acentuada à direita e curva acentuada em S à direita e que a placa R-23 tem nome "conserve-se à direita", e não "mantenha-se à direita", embora, no fim das contas, conservar-se e manter-se signifiquem a mesma coisa, mas você perde a questão porque o Detran gosta de complicar a vida dos pobres seres que se preparam para enfrentar o caótico trânsito de Fortaleza.
XOXO,

quarta-feira, 16 de julho de 2008

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N.A.: resolvi pôr um post duplo hoje - um que fiz ontem, mas não tive oportunidade de postar, e um sobre hoje. Enjoy!























***




~Maybe it's me and I'm beeing a fool





15 de julho, 15 horas e 5 minutos, horário de Brasília. Estou sozinha em casa (Jesmim e Harry estão aqui, mas...estão dormindo), ouvindo That's why I love you e pensando... em como a maçã em minha mão está terrivelmente suculenta. É. Na falta no que fazer, come-se - se você for ansioso, isso certamente faz parte das suas férias (férias? Pra mim, funciona o ano inteiro...). Já que ando sedentária demais, pelo menos vou comer alguma coisa saudável e que eu goste. Passaria a tarde comendo maçãs, mas acho que é melhor me contentar só com uma.
15 horas e 10 minutos. Cinco minutos para escrever esse mísero parágrafo, não acredito. A programação de hoje, até o presente momento, se resume a ir ao supermercado e... ahn... é só. Aah é, eu deveria estar estudando para a prova de legislação também, mas queria ter alguma coisa para fazer à noite que não fosse assistir à TV (engraçado, antes, eu era capaz de passar tardes & tardes passeando na TV a cabo, hoje não agüento mais).
Ocorreu-me agora que o post está ligeiramente amargo. Pessoas, eu estou bem. Eu saí ontem, passei o dia com as minhas amigas de infância e me diverti demais, mesmo, e o cinema com o Rafa só foi cancelado por uns probleminhas, tanto dele quanto meu - mas tudo bem, ficou para a semana que vem. De novo, de novo, de novo, me chateei pelo mesmo motivo, e não tem nada a ver com essas queridas pessoinhas aí - nem com meus pais, que, coitados, têm que agüentar essas leves oscilações de humor que acontecem de vez em quando. Talvez melhoremos se mudarmos a trilha sonora.





[Pausa longa para fazer compras no supermercado]





Acabei de voltar das compras. Ui, voltei com outro ânimo. Acho que, no final das contas, eu só estava precisando sair de casa e ver gente. Eu sei, quem lê, até pensa que faz dias & dias que não saio de casa. Nem é, fui ontem pra casa da Lia, domingo, pra da minha avó, sábado, pro Dragão do Mar, quinta, pro cinema com a Thalha... Até que saí bastante. Anyway, cheguei do supermercado super-animada (que trocadilho infame. Juro que foi acidental) e disposta. Até me permiti ouvir música um pouquinho mais alto - detalhe, o meu 'mais alto' é o volume normal para a maioria das pessoas, mas tudo bem. Arrumei as compras, dei uns pulinhos pela sala e fui assistir a Rent - com comentários do Chris Columbus, do Adam Pascal e do Anthony Rapp. É tãão interessante, vou começar a assistir a tudo que é filme com comentários! Aprendi taanta coisa...Exemplo: o vapor da respiração, nas cenas do inverno em Nova York, foi acrescentado na pós-produção, pela ILM - que, só a título de curiosidade, foi responsável pelos efeitos especiais de, até o momento, 275 filmes. Valeeeu, George Lucas.





Pessoa(s) querida(s), uma dor de cabeça insuportável me obriga a parar. Beijos beijos, até mais ver :*









































***











~EU (L) UNIFOR





Bon Jour! Ahn...eu ia perguntar como vão meus queridos leitores, mas deixa pra lá. Bom, você certamente está se perguntando o por quê dessa inesperada declaração de amor a uma universidade. Gente, fidelidade à instituição de ensino! OK, ignore o comentário ridículo.
Hoje, precisei ir ao campus entregar o contrato, do contrário não poderia fazer logo a matrícula. A última vez que eu pisei ali foi no final de junho, mas achei que nem estava com tanta saudade assim...até ir lá hoje.
Nossa, como eu estou sentindo falta de ir pra lá! E eu não me refiro nem aos amigos & experiências que passei por lá, mas ao lugar em si. (Só pra constar, claro que tenho saudade dos novos amigos; apenas quero, hoje, me deter no físico, no local.) Lembro que, às vezes, quando esperava começar o Cineclube ou alguma palestra, acabava ficando sozinha por lá. Sem muito o que fazer, eu ia passear pelo campus... E como eu adorava fazer isso!
Meu trajeto era quase sempre o mesmo: sair do meu bloco, T, passar pelo capacete, bloco J, bloco I, bloco D - onde fiz vestibular -, reitoria, biblioteca, bloco H, e de novo ao T. Perdia a conta de quantas vezes fazia esse passeio. Quando precisava parar, sentava-me em um banquinho na reitoria, mas, na maioria das vezes, não conseguia ficar muito tempo por lá - gostava mesmo de andar, andar até cansar.
O campus de lá é agradável por demais, nem preciso dizer. Costumava andar no intervalo entre uma aula e outra ou até mesmo antes da aula, quando precisava acordar, e quando ficava sozinha, depois do almoço - acho o melhor horário, já que não há tanta gente assim. Ah, fazia tão bem naqueles típicos dias de ansiedade...
Pra ser bem sincera, eu me sinto em casa na Unifor. Sinto-me mais confortável até mesmo do que no colégio, onde eu passei dez anos da minha querida vida. De verdade. Eu ando ali como se conhecesse tudo & todos, como se já estudasse lá há anos. Eu sei, meus pais sabem, todo mundo sabe que eu amo aquele lugar. Duvido que você encontre alguém que goste tanto quanto eu de ficar lá. =D Né? Eu lembro que, quando estudava no Christus, eu dizia que gostava muito de lá, apesar dos pesares. A Unifor não tem pesares ;D Isso, já falei, sem contar as pessoas maravilhindas que conheci e as experiências, praticamente todas boas. Oh yeah. O segundo semestre nem começou ainda, e eu já tenho ótimas lembranças vividas lá ;X

Então, preciso parar. Tem continuação, viu? Eu (L) Unifor parte II - a saga continua. hahahaha. É sim, esse não ficou tão bem feito. A minha segunda casa pelos próximos quatro anos merece um texto melhor.
É isso. Beijos beijos beijos, até ;*



Ah! A foto é de lá, sim. Foi tirada, originalmente, para um trabalho de Introdução à Computação Gráfica.




Aaaaah! Já quase ia esquecendo: preciso fazer um agradecimento especial a uma pessoa (Não, a pessoa não vai ler isso, mas mesmo assim quero expressar a minha gratidão). Harley - é assim que se escreve? I hope so. Odeio escrever nomes errados -, muito, muito obrigada pelo seu comentário acerca da minha pessoa. Você não sabe como me deixou feliz! Eu realmente estava precisando ouvir algo parecido, veio em ótima hora. Adorei mesmo ;D \o/ Thank you soooo much! Ah, e, claro, foi um prazer te conhecer. ;*

sábado, 12 de julho de 2008

'Because the way we kiss is better than any drug'


Boa tarde, querida(s) pessoa(s)! Sim, eu estou me sentindo estranhamente bem hoje. Aliás, tenho me sentido muito bem desde ontem, apesar dos pesares. Que pesares? Bom, eu tinha quatro opções de programa para esse final de semana. Eu poderia a) Ir pra Massapê com o meu pai; b) Ir pra Sucatinga com as minhas amigas; c) Ir para o Iguape com a minha mãe, a Jesmim e o Harry ou d) Ficar sozinha em casa (possibilidade altamente remota, mas eu estava gostando de considerá-la). Acabei me decidindo por ir pra Sucatinga e, quando estava de fato começando a me animar, a viagem foi cancelada. Aí não dava mais pra ir pro Iguape, muito menos pra Massapê. Fim da história: vou ficar em casa com a minha mãe, o Harry, a Jesmim e as nossas sombras. É divertido? Por demais, mesmo. Só pra constar, não tô culpando ninguém, certo? não faz o meu estilo ficar de cara feia porque um programa furou - quer dizer, não na maioria das vezes.
Além disso, eu estava feliz demais pra me chatear com isso. Sabe? Ontem, acordei me sentindo maravilhosamente bem - talvez porque, embora tenha demorado a dormir, tive um pedaço de noite perfeito, ou talvez porque estivesse muito empolgada com a viagem, whatever. Como ia passar a tarde sozinha, passei umas fotos para o PC e dei uma arrumada básica na cozinha - ao som, claro, de Armageddon Soundtrack. Adooro lavar a louça ouvindo esse CD, principalmente se estiver sozinha. Anyway, depois tomei um booom banho frio, daqueles de lavar até a alma, e já ia arrumar a mochila quando me ligaram para dar a nova. Sem ter muito o que fazer, fui assistir a Fantasma da Ópera na TNT enquanto esperava minha mãe.
Quando meu pai viaja e nós ficamos por aqui, de uma coisa você pode ter certeza: sempre rola filminho & conversas até altas horas. A sexta acabou ficando com cara de sábado, adoro. Depois de três voltas na prateleira da locadora, pegamos três filmes e uma torta chocafé na doceria. Eu estava bem, mas nem por isso queria ver uma daquelas comédias românticas ultra-derretidas e previsíveis até o fim dos créditos.
OK, enquanto esperava a hora de assistir ao DVD, acabei vendo o final de Camp Rock e muitas, muitas partes de Nunca fui beijada. É. Tudo bem, depois vi Undiscovered, que chegou por aqui como Encontro com o acaso. Ah é. Cama, edredom, Steven Strait, trilha sonora perfeita e chocolate. Precisa de mais?
É bem verdade que já assisti a esse filme algumas centenas de vezes, mas nunca tive a chance de vê-lo do começo ao fim - e não é segredo a minha mania de ver o mesmo filme várias & várias vezes. Sempre escapa uma fala, uma expressão, um olhar... Enfim. Undiscovered não é uma obra-prima da Sétima Arte, não vai te levar a ter dores abdominais de tanto rir ou a chorar lagos de lágrimas, o roteiro não é tão brilhante assim, e, muito provavelmente (será que essa expressão pode ser utilizada?), você não vai pensar 'Ai Meu Deus, esse é o meu filme preferido!' (Embora ele seja, sim, um dos meus filmes preferidos) Antes que você pense que eu vim aqui com o propósito de convencê-lo(a) a nunca, nunca, jamais enconstar na caixinha do DVD, minha intenção é exatamente o contrário. É romântico, mas não como aquelas comediazinhas produzidas aos montes. Claro que aparecem os clichês das histórias românticas, mas, veja bem, eles estão em todo lugar - nos filmes, sejam de que gênero forem, nas novelas, nos seriados... Não é motivo pra difamar a película. Quem gosta da Ashlee Simpson tem motivo extra pra assistir; quem não gosta, bom...assista mesmo assim, afinal, ela não interpreta a si mesma. E, por fim, a trilha sonora é mais que perfeita. Com algumas músicas interpretadas pelo próprio Steven Strait e pela Ashlee Simpson. Vale a pena, mais do que recomendo.
Hoje? Reprise das músicas de ontem à noite e, mais tarde, programa cultural com a mammys - assistir a O Escafandro e a Borboleta no Dragão do Mar. Mon cher... só pra dizer que me lembrou. Beijos beijos beijos, divirtam-se. Até ;*









Ah é! A foto, acho que deu pra notar, é do filme. Se o meu esforço não foi suficiente pra te convencer, assista pelo menos pra ver o cachorro andando de skate ou o Steven correndo atrás dele enrolado em uma toalha com os lindos cabelos ao vento. Au revoir.