E exatamente hoje, agora, nesse presente momento, quando eu quero por demais (tripla ênfase nas duas últimas palavras, sil vous plait) conversar com alguém, não tem (tenho aversão ao uso de ter no sentido de existir, mas, no momento, vou ser bem honesta, eu não estou mesmo ligando) ninguém, ninguém, no MSN, nem no Orkut, e o meu celular - já comentei aqui - já até esqueceu a razão de ser dele - pra não mencionar o telefone do meu quarto, que, no máximo, toca uma vez por semana e é engano.
Nesse momento, você me pergunta, 'my dear, você está carente?' E aí eu respondo, 'não, querida pessoa que tenta me ler, não estou carente, creio eu.' É mais uma questão de vontade de conversar com alguém, por mais de cinco minutos, sobre qualquer coisa. Sua vida, minha vida, as formigas na mesa ou uma nuvem parecida com uma lagosta gigante, tanto faz - apenas conversemos. OK, talvez eu esteja um pouco carente.
(...)
Dez minutos de suspense e nada mais. Perdoem-me pelo texto, que, além de muito curto, é meio amargo. Vou dormir (leia-se: vou tentar contar lobinhos, começar a pensar na mais complexa diversidade de assuntos e só dormirei quase de manhã, quando for 'tão tarde que já se faz cedo'. Adooooro Shakespeare.) que é melhor. Beijos beijos beijos e até.
domingo, 6 de julho de 2008
sábado, 5 de julho de 2008
'when you don't look back, I guess the feelings start to fade away'
Aaah, mais um adorável dia de tédio. Eu não deveria estar dizendo disso, visto que, teoricamente, era para eu passar o dia me divertindo com o Manual do motorista para habilitação - a cores, detalhe ultra-importante. Mas, sejamos honestos, após uma noite incrivelmente mal-dormida (sim, você já leu isso antes; sim, eu também acho que está mais freqüente do que eu gostaria, mas deixemos isso de lado) e de uma indisfarçável falta de coragem, é meio difícil se concentrar. Trinta páginas de placas de Legislação depois, eu abandonei o livrinho e me pus a... bom... a fazer nada.
Agravante: dia de faxina. Faxina parcial, mas faxina mesmo assim. O que significa que não podia ficar no meu quarto, nem no quarto dos meus pais, até podia na cozinha, mas não seria muito bom. Restava a sala, onde, pelo horário, dá pra assistir televisão, se vc não se importar com a claridade do Sol. Tudo bem, vamos assistir a Gossip Girl, com claridade e tudo, só enquanto meu organismo em estado de latência absorve a cafeína de uma boa xícara de café recém-feito.
Das trinta páginas de Legislação para o 'eu-não-agüento-mais-estudar-isso' foi um pulo. Quinze minutos de sofá, e lá estava eu, em pé, dando voltas pelo apartamento e mastigando, não o meu juízo, mas balinhas de café. Apesar do tédio, se é que era tédio, meu juízo estava aparentemente normal, thank God.
Anyway, depois de muitas voltas, algumas Pringles, meia taça de espumante, um bom banho e uma promessa de pappys & mamys de que assistiríamos Rent mais tarde (ai deles se houver mudanças de plano!), aqui estou eu. *pausa para atender o celular. Finalmente! Coitado, acho que o bichinho às vezes esquece a razão de ser dele. Acho que até eu esqueço. Tudo bem, ele supera* Ahn, meio que perdi a linha de raciocínio. Vou parar por aqui, jantar, assistir o mesmo filme de novo. Fica melhor a cada vez. Eis a minha teoria: assistir ao mesmo filme nunca é do mesmo jeito. Você - pelo menos comigo é assim - acaba descobrindo detalhes que passaram despercebidos nas vezes anteriores, desde a expressão facial de determinado ator naquela cena ao detalhe da mesa no fundo do cenário, sempre há alguma coisa para ver. Acho que as interpretações que você dá variam com o seu humor.
Ah, detalhe, preciso sair agora. Termino o comentário na próxima.
ciao,
Agravante: dia de faxina. Faxina parcial, mas faxina mesmo assim. O que significa que não podia ficar no meu quarto, nem no quarto dos meus pais, até podia na cozinha, mas não seria muito bom. Restava a sala, onde, pelo horário, dá pra assistir televisão, se vc não se importar com a claridade do Sol. Tudo bem, vamos assistir a Gossip Girl, com claridade e tudo, só enquanto meu organismo em estado de latência absorve a cafeína de uma boa xícara de café recém-feito.
Das trinta páginas de Legislação para o 'eu-não-agüento-mais-estudar-isso' foi um pulo. Quinze minutos de sofá, e lá estava eu, em pé, dando voltas pelo apartamento e mastigando, não o meu juízo, mas balinhas de café. Apesar do tédio, se é que era tédio, meu juízo estava aparentemente normal, thank God.
Anyway, depois de muitas voltas, algumas Pringles, meia taça de espumante, um bom banho e uma promessa de pappys & mamys de que assistiríamos Rent mais tarde (ai deles se houver mudanças de plano!), aqui estou eu. *pausa para atender o celular. Finalmente! Coitado, acho que o bichinho às vezes esquece a razão de ser dele. Acho que até eu esqueço. Tudo bem, ele supera* Ahn, meio que perdi a linha de raciocínio. Vou parar por aqui, jantar, assistir o mesmo filme de novo. Fica melhor a cada vez. Eis a minha teoria: assistir ao mesmo filme nunca é do mesmo jeito. Você - pelo menos comigo é assim - acaba descobrindo detalhes que passaram despercebidos nas vezes anteriores, desde a expressão facial de determinado ator naquela cena ao detalhe da mesa no fundo do cenário, sempre há alguma coisa para ver. Acho que as interpretações que você dá variam com o seu humor.
Ah, detalhe, preciso sair agora. Termino o comentário na próxima.
ciao,
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Let me entertain you
Hell is gone and heaven's here
There's nothing left for you to fear
Shake your ass, come over here
Now scream
I'm a burning effigy
Of everything I used to be
You're my rock of empathy, my dear
Life's too short for you to die
So grab yourself an alibi
Heaven knows your mother lied
Mon cher
Separate your right from wrongs
Come and sing a different song
The kettle's on so don't be long
Mon cher
So come on let me entertain you
Let me entertain you...
Então, aqui vai um resuminho do meu dia: passei cerca de três horas na auto-escola, esperando uma criatura resolver o probleminha dela com o processo, e mais umas duas horas no Detran fazendo o tal teste psicotécnico - hey, mas vejamos o lado bom, descobri que eu sou normal! Anyway... E tudo isso depois de uma noite de cão, porque, tão irônico quanto óbvio, exatamente quando precisava de uma boa (ênfase no 'boa', por favor) noite de sono, eu tinha que ter um daqueles típicos ataques de ansiedade (de vermelho-berrante porque 9 entre 10 ansiosos concordam que a ansiedade é de uma cor tipo vermelho ou laranja, e eu me incluo nesses 9). Sabe? Daqueles em que você se perde em pensamentos; tenta contar lobinhos, mas perde a conta depois do quinto porque pensou tanto no que vai acontecer que não lembra em qual parou; tenta exercício de respiração, mas não adianta; tenta pensar em músicas calmas, tranqüilizantes, mas parece que seus nerônios estão fazendo uma festinha...Ai! As olheiras são testemunhas das voltas que eu dei na cama.
Apesar da noite não muito agradável e de ter chegado em casa um estrupício só, eu até estava contente - ora pois, quarta começam as aulas de legislação, mas pelo menos é só por uma semana, e o dia amanhã seria ótimo. Né? Que nada. Mammys meio que estragou meus planos - e com razão, por mais que eu odeie com todas as minhas células admitir isso. Daí você pergunta, 'Maas não tem como dar um jeito?' Bom... Suspense por tempo indefinido.
Maaaaas antes que eu comece a desenvolver uma teoria da conspiração do tipo 'claro, é porque é comigo, tinha que acontecer assim', voltemos ao início do post. Siim, a musiquinha aí tem uma razão de ser. Desde que eu ganhei o DVD do Robbie Williams (foi um presente de aniversário de mim para mim, com muito amor & carinho) e descobri nele uma versão (digo 'versão' porque, ao que parece, a música não é dele) de Let me entertain you, passei a ouvi-la para me animar um pouco - seja qual for o motivo do desânimo. Enfim, a dita cuja é infalível. Não podia não ouvir hoje.
Como preciso me refazer da noite de ontem, deixá-los-ei por aqui. Boa noite e até ;*
Ah! E o problema foi resolvido, ponto final. Yeay :D
There's nothing left for you to fear
Shake your ass, come over here
Now scream
I'm a burning effigy
Of everything I used to be
You're my rock of empathy, my dear
Life's too short for you to die
So grab yourself an alibi
Heaven knows your mother lied
Mon cher
Separate your right from wrongs
Come and sing a different song
The kettle's on so don't be long
Mon cher
So come on let me entertain you
Let me entertain you...
Então, aqui vai um resuminho do meu dia: passei cerca de três horas na auto-escola, esperando uma criatura resolver o probleminha dela com o processo, e mais umas duas horas no Detran fazendo o tal teste psicotécnico - hey, mas vejamos o lado bom, descobri que eu sou normal! Anyway... E tudo isso depois de uma noite de cão, porque, tão irônico quanto óbvio, exatamente quando precisava de uma boa (ênfase no 'boa', por favor) noite de sono, eu tinha que ter um daqueles típicos ataques de ansiedade (de vermelho-berrante porque 9 entre 10 ansiosos concordam que a ansiedade é de uma cor tipo vermelho ou laranja, e eu me incluo nesses 9). Sabe? Daqueles em que você se perde em pensamentos; tenta contar lobinhos, mas perde a conta depois do quinto porque pensou tanto no que vai acontecer que não lembra em qual parou; tenta exercício de respiração, mas não adianta; tenta pensar em músicas calmas, tranqüilizantes, mas parece que seus nerônios estão fazendo uma festinha...Ai! As olheiras são testemunhas das voltas que eu dei na cama.
Apesar da noite não muito agradável e de ter chegado em casa um estrupício só, eu até estava contente - ora pois, quarta começam as aulas de legislação, mas pelo menos é só por uma semana, e o dia amanhã seria ótimo. Né? Que nada. Mammys meio que estragou meus planos - e com razão, por mais que eu odeie com todas as minhas células admitir isso. Daí você pergunta, 'Maas não tem como dar um jeito?' Bom... Suspense por tempo indefinido.
Maaaaas antes que eu comece a desenvolver uma teoria da conspiração do tipo 'claro, é porque é comigo, tinha que acontecer assim', voltemos ao início do post. Siim, a musiquinha aí tem uma razão de ser. Desde que eu ganhei o DVD do Robbie Williams (foi um presente de aniversário de mim para mim, com muito amor & carinho) e descobri nele uma versão (digo 'versão' porque, ao que parece, a música não é dele) de Let me entertain you, passei a ouvi-la para me animar um pouco - seja qual for o motivo do desânimo. Enfim, a dita cuja é infalível. Não podia não ouvir hoje.
Como preciso me refazer da noite de ontem, deixá-los-ei por aqui. Boa noite e até ;*
Ah! E o problema foi resolvido, ponto final. Yeay :D
quarta-feira, 25 de junho de 2008
.
Então, estou voltando das cinzas. Postaria antes, mas veja: criei o hábito de andar sempre com lápis e bloquinho à mão, pois, por vezes, vem-me uma súbita vontade de escrever - e, se não o faço na hora, a idéia acaba perdendo o sentido. Pois bem; se o guardo para aqui transcrevê-lo eventualmente, e demoro a fazê-lo, também parece que, digamos, o momento passou. E quando aqui venho, sem nenhum texto pronto, acabo por não conseguir me expressar como queria. Aliás, está aí algo que não tenho conseguido fazer muito bem ultimamente - expressar o que quero com exatidão.
Eis o que ocorre: questõezinhas de ordem pessoal têm me mastigado o juízo mais do que deveriam. Perdão, mas me permitirei o prazer de guardar os detalhes para mim. Digamos apenas que são pequenos fatos que a pessoa que vos escreve por certo super-estimou - como costuma fazer quando se trata desses assuntos - e que a fizeram, mais uma vez, perceber que não, ela nunca aprende. Never did and probably never will. Mas não façamos uma tragédia grega do que se sucedeu - ou deixou deixou de se suceder. Afinal, são só caraminholas.
Mudando um pouco para o lado Coca-cola da vida, finalmente estamos de férias. Finalmente? Não, não sentirei tanta falta de acordar todo dia às 5 da manhã, ou de estourar neurônios fazendo trabalhos de última hora. Não me importarei de marcar reuniõezinhas aqui, ou de ir pro cinema toda semana, ou de sair mais, pra onde quer que seja. Mas por certo - e isso soará piegas, eu sei - vou sentir saudades imensas das pessoas que lá conheci. Engraçado, você vem com aquela mentalidade escolar, de pensar: 'ah, estou de férias, mas quando voltar vai ser mais ou menos a mesma coisa, os mesmos professores, os mesmos colegas...' Então... Universidade não é assim. Não, não é uma conclusão brilhante, mas eu só fui me dar conta do que isso significa, com todos os pormenores, no último dia de aula. No próximo semestre, será quase tudo novo, de novo. Claro, a maior parte dos novos amigos ainda vai estar lá, thank God. Entretanto, o resto mudará. E isso é ótimo, mesmo. Mas ainda assim, dá uma certa tristeza. Eu sou a única que sente um aperto quando pensa nisso?
Anyway, quero dedicar o otium a algumas leituras atrasadas e a filmes. Seguindo precioso conselho da Profa. Aíla, farei, sim, resenhas, e, possivelmente, postá-las-ei aqui. Por ora, não tenho nada de consistente feito, mas já fica a sugestão: assista a Rent - Os boêmios e Bicho de sete cabeças. Mais do que recomendo. Até a próxima.
ciao,
Eis o que ocorre: questõezinhas de ordem pessoal têm me mastigado o juízo mais do que deveriam. Perdão, mas me permitirei o prazer de guardar os detalhes para mim. Digamos apenas que são pequenos fatos que a pessoa que vos escreve por certo super-estimou - como costuma fazer quando se trata desses assuntos - e que a fizeram, mais uma vez, perceber que não, ela nunca aprende. Never did and probably never will. Mas não façamos uma tragédia grega do que se sucedeu - ou deixou deixou de se suceder. Afinal, são só caraminholas.
Mudando um pouco para o lado Coca-cola da vida, finalmente estamos de férias. Finalmente? Não, não sentirei tanta falta de acordar todo dia às 5 da manhã, ou de estourar neurônios fazendo trabalhos de última hora. Não me importarei de marcar reuniõezinhas aqui, ou de ir pro cinema toda semana, ou de sair mais, pra onde quer que seja. Mas por certo - e isso soará piegas, eu sei - vou sentir saudades imensas das pessoas que lá conheci. Engraçado, você vem com aquela mentalidade escolar, de pensar: 'ah, estou de férias, mas quando voltar vai ser mais ou menos a mesma coisa, os mesmos professores, os mesmos colegas...' Então... Universidade não é assim. Não, não é uma conclusão brilhante, mas eu só fui me dar conta do que isso significa, com todos os pormenores, no último dia de aula. No próximo semestre, será quase tudo novo, de novo. Claro, a maior parte dos novos amigos ainda vai estar lá, thank God. Entretanto, o resto mudará. E isso é ótimo, mesmo. Mas ainda assim, dá uma certa tristeza. Eu sou a única que sente um aperto quando pensa nisso?
Anyway, quero dedicar o otium a algumas leituras atrasadas e a filmes. Seguindo precioso conselho da Profa. Aíla, farei, sim, resenhas, e, possivelmente, postá-las-ei aqui. Por ora, não tenho nada de consistente feito, mas já fica a sugestão: assista a Rent - Os boêmios e Bicho de sete cabeças. Mais do que recomendo. Até a próxima.
ciao,
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Sobre tédio, ansiedade, inferninhos e aniversário
(Indira entra na cozinha, dá uma volta ao redor da mesa, bebe água, dá outra volta, pára no meio do recinto.)
M: Que foi?! Falta do que fazer?
I: Aaah, não não não, eu até tenho bastante coisa pra fazer.
M: E o que é, então?
I: Não sei...tenho montes & montes de coisa pra fazer, mas...sei lá...não tô a fim de fazer naada.
M: Isso se chama tédio.
tédio [Do lat. taediu.] S.m. Aborrecimento, fastio, desgosto.
Isso descreve, em parte, meu final de semana. Tédio e indisposição acometeram-me de tal forma que passei o sábado inteiro colada à cama, assistindo a The best years e Pangea Day. Na sexta à noite, estava tão terrivelmente entediada que mal pude dormir - e à uma da madrugada, estava eu na cozinha, comendo cream cracker, acompanhada apenas pela Jesmim, já que o resto da família já se encontrava, compreensivelmente, em berço esplêndido. Sabe-se lá por quê, cream cracker sempre me ajudou a aplacar meus ataques de ansiedade. De qualquer forma, só depois disso meu juízo voltou ao normal, se é que há algum traço de normalidade nele.
É de conhecimento geral que eu sou extremamente ansiosa, mas ela elevou-se à décima potência nos últimos dias - e eu não sei nem mesmo dizer exatamente qual é a razão disso. Uma pessoa próxima acha que é porque meu aniversário está virando a esquina. Pode ser. Não é só isso.
Como não me agrada essa impotência, ontem, pus-me a lavar a louça ao som da trilha sonora de Armageddon. Tudo bem, estava sozinha e ainda me sentiria útil. Bem terapêutico.
Domingo, coincidentemente ou não, ouvi uma interessante conversa sobre inferno astral - o período de 90 dias, se não me falha a memória, anteriores ao seu aniversário, durante os quais as coisas não parecem sair exatamente como você gostaria. Ótimo, meus meses, até aqui, foram praticamente os melhores possíveis, mas talvez o meu inferninho tenha resolvido se manifestar nos 44 minutos e 30 segundos do segundo tempo. Tudo bem, eu agüento.
Bom, mas parece que houve uma pequena mudança de planos.
E a semana tem andado interessante, se você quer saber. Muito interessante.
Surpresas, surpresas, surpresas. E mais virão, eu espero.
Disseram-me, uma vez, que o seu ano começa mesmo depois do seu aniversário.
Diria que o meu começou muito antes dele. Maaas, como não quero contrariar a sabedoria milenar, imagino que vá ficar muito melhor ainda.
Não prometerei dar sinais de vida via post antes do grande dia, dada a quantidade de coisas a fazer/resolver/pensar/estudar/elaborar. Aceito presentes, telefonemas, cartas e visitas-surpresa domingo, inclusive de você :D
XOXO,
M: Que foi?! Falta do que fazer?
I: Aaah, não não não, eu até tenho bastante coisa pra fazer.
M: E o que é, então?
I: Não sei...tenho montes & montes de coisa pra fazer, mas...sei lá...não tô a fim de fazer naada.
M: Isso se chama tédio.
tédio [Do lat. taediu.] S.m. Aborrecimento, fastio, desgosto.
Isso descreve, em parte, meu final de semana. Tédio e indisposição acometeram-me de tal forma que passei o sábado inteiro colada à cama, assistindo a The best years e Pangea Day. Na sexta à noite, estava tão terrivelmente entediada que mal pude dormir - e à uma da madrugada, estava eu na cozinha, comendo cream cracker, acompanhada apenas pela Jesmim, já que o resto da família já se encontrava, compreensivelmente, em berço esplêndido. Sabe-se lá por quê, cream cracker sempre me ajudou a aplacar meus ataques de ansiedade. De qualquer forma, só depois disso meu juízo voltou ao normal, se é que há algum traço de normalidade nele.
É de conhecimento geral que eu sou extremamente ansiosa, mas ela elevou-se à décima potência nos últimos dias - e eu não sei nem mesmo dizer exatamente qual é a razão disso. Uma pessoa próxima acha que é porque meu aniversário está virando a esquina. Pode ser. Não é só isso.
Como não me agrada essa impotência, ontem, pus-me a lavar a louça ao som da trilha sonora de Armageddon. Tudo bem, estava sozinha e ainda me sentiria útil. Bem terapêutico.
Domingo, coincidentemente ou não, ouvi uma interessante conversa sobre inferno astral - o período de 90 dias, se não me falha a memória, anteriores ao seu aniversário, durante os quais as coisas não parecem sair exatamente como você gostaria. Ótimo, meus meses, até aqui, foram praticamente os melhores possíveis, mas talvez o meu inferninho tenha resolvido se manifestar nos 44 minutos e 30 segundos do segundo tempo. Tudo bem, eu agüento.
Bom, mas parece que houve uma pequena mudança de planos.
E a semana tem andado interessante, se você quer saber. Muito interessante.
Surpresas, surpresas, surpresas. E mais virão, eu espero.
Disseram-me, uma vez, que o seu ano começa mesmo depois do seu aniversário.
Diria que o meu começou muito antes dele. Maaas, como não quero contrariar a sabedoria milenar, imagino que vá ficar muito melhor ainda.
Não prometerei dar sinais de vida via post antes do grande dia, dada a quantidade de coisas a fazer/resolver/pensar/estudar/elaborar. Aceito presentes, telefonemas, cartas e visitas-surpresa domingo, inclusive de você :D
XOXO,
terça-feira, 6 de maio de 2008
É o seguinte, dois pontos: como uma estranha inquietação se apoderou da minha pessoa e a minha ansiedade tem atrapalhado mais do que de costume, ando meio impossibilitada de conseguir me concentrar em uma coisa só (e de dormir, mas isso não vem ao caso agora). Portanto, como não sei sobre o que postar, colocarei um textinho que elaborei para o trabalho da disciplina de Língua Portuguesa I sobre o Jamie Cullum. Como, você não conhece o Jamie? Então, compre os CDs, o DVD, as camisas, os ingressos de show e tudo o mais que encontrar. Se você se arrepender, é porque o mundo está acabando. Sim, eu sou uma grande fã do Jamie. Do tipo que sai comprando tudo o que encontra dele, fez o possível para ir aos shows no Brasil, mas motivos de força maior a obrigaram a ficar em casa lendo os comentários nas comunidades do Orkut e jurando que, no próximo, estará lá, nem que tenha que ir correndo e gosta de acreditar que, um dia, vai ter a grande chance de conhecê-lo.
Jamie tem um estilo próprio de cantar e tocar. Perguntado sobre porque toca jazz, ele responde: “As pessoas me perguntam porque eu toco jazz. É porque você pode levá-lo para tantos lugares diferentes. Você pode agregar a dance music, rock, pop music, clássico, funk, tudo...” E isso ele faz com maestria. Seus CDs são recheados de versões de clássicos, tão boas que até parecem ter sido compostas especialmente para ele.
O segundo CD, Twentysomething, já traz três composições próprias e duas de Ben. É o álbum que o fez estourar e contém uma versão de Singin’ in the rain – tão diferente da original e, ao mesmo tempo, tão adequada a ele que o ouvinte tem a sensação de que é a primeira vez que está ouvindo-a, fato que também se aplica às demais versões.
O próximo CD lançado foi Catching Tales, que apresenta 14 faixas, sendo nove compostas por Jamie, sozinho ou em parceria. É o que mais se aproxima da fusão entre o jazz e ritmos como pop, funk e rock, mas sem se perder no processo. O último álbum do rapaz é In the mind of Jamie Cullum, e contém uma seleção de artistas que o influenciaram, além de uma exclusiva dele mesmo.Além disso, Jamie lançou, em 2004, o DVD Jamie Cullum Live at Blenheim Palace, que contém a gravação de um show, videoclipes e cenas da turnê em que ele fala sobre suas influências e músicas.
Jamie Cullum, embora não tão conhecido, no Brasil, quanto deveria ser, é um verdadeiro artista e jazzman e digno do sucesso que vem conquistando. É para quem gosta de boa música.
Sem mais comentários inúteis, segue o texto sobre o meu baixinho.
Ele tem 28 anos, mas, no palco, mais parece um adolescente de 18. De tênis e calça jeans, interage com a platéia e sobe no piano ou se mete embaixo dele só para batucar um pouco. No entanto, é só começar a ouvi-lo cantar e tocar para perceber que se está diante de um grande talento. Jamie Cullum, cantor, pianista e compositor, já tem quatro excelentes CDs no currículo e uma quantidade considerável de fãs é considerado pela crítica e fãs um “Frank Sinatra de calças de ganga”, apesar da pouca idade.
Jamie tem um estilo próprio de cantar e tocar. Perguntado sobre porque toca jazz, ele responde: “As pessoas me perguntam porque eu toco jazz. É porque você pode levá-lo para tantos lugares diferentes. Você pode agregar a dance music, rock, pop music, clássico, funk, tudo...” E isso ele faz com maestria. Seus CDs são recheados de versões de clássicos, tão boas que até parecem ter sido compostas especialmente para ele.

Seu CD de estréia, Pointless Nostalgic, já contém um toque de pop, mas aproxima-se mais do jazz. São treze faixas, sendo onze versões, uma composição própria e outra em parceria com o irmão mais velho, Ben Cullum. Destaca-se a versão de High and Dry.
O segundo CD, Twentysomething, já traz três composições próprias e duas de Ben. É o álbum que o fez estourar e contém uma versão de Singin’ in the rain – tão diferente da original e, ao mesmo tempo, tão adequada a ele que o ouvinte tem a sensação de que é a primeira vez que está ouvindo-a, fato que também se aplica às demais versões.
O próximo CD lançado foi Catching Tales, que apresenta 14 faixas, sendo nove compostas por Jamie, sozinho ou em parceria. É o que mais se aproxima da fusão entre o jazz e ritmos como pop, funk e rock, mas sem se perder no processo. O último álbum do rapaz é In the mind of Jamie Cullum, e contém uma seleção de artistas que o influenciaram, além de uma exclusiva dele mesmo.Além disso, Jamie lançou, em 2004, o DVD Jamie Cullum Live at Blenheim Palace, que contém a gravação de um show, videoclipes e cenas da turnê em que ele fala sobre suas influências e músicas.
Quando se trata de shows, Jamie não decepciona. Simpático e atencioso, consegue segurar a platéia do começo ao fim, fazendo, inclusive, com que ela participe. Dono de um senso de humor inquestionável, faz piadas divertidas sobre a sua altura, mas se aproveita do fato de ser baixinho para usar o piano de todas as maneiras possíveis – chegando a ficar deitado embaixo dele para fazer a percussão.
Jamie Cullum, embora não tão conhecido, no Brasil, quanto deveria ser, é um verdadeiro artista e jazzman e digno do sucesso que vem conquistando. É para quem gosta de boa música.
domingo, 4 de maio de 2008
Oh, Momo
- Eeeiii... Mãe, que língua é essa?
- Que língua é essa? É francês.
-Francês?
-Sim.
-Francês?!
- É.
- Tem certeza que isso é francês?
- Tenho!
- ... Não parece francês.
- Parece sim.
- Não parece.
- Claro que parece. É francês.
- Então tá. É que, quando o Pierre fala, soa melhor.
- Que língua é essa? É francês.
-Francês?
-Sim.
-Francês?!
- É.
- Tem certeza que isso é francês?
- Tenho!
- ... Não parece francês.
- Parece sim.
- Não parece.
- Claro que parece. É francês.
- Então tá. É que, quando o Pierre fala, soa melhor.
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