terça-feira, 30 de dezembro de 2008

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Aaaaah, o famigerado último post do ano. Não podia passar batido. Veio quase junto com os dias novos que estão virando a esquina, mais o importante é o que mais importa. Como todo ser pensante que se preza, tenho algumas considerações a fazer sobre esse maravilhoso ano que já ensaia as despedidas e sobre as coisas igualmente maravilhosas - ou não tanto - que aconteceram nos dias que sucederam.
Siim, eu disse mesmo maravilhoso ano. Maravilhoso, porque passei nos dois vestibulares que prestei; porque comecei o curso que queria e na Universidade que queria; porque me apaixonei e desapaixonei (e me apaixonei definitivamente ;**); porque aprendi; porque chorei mesmo; porque ri mesmo; porque me diverti como nunca; porque não me reprimi *:D*; porque fui lá e fiz; porque tive primeiros e últimos (mais primeiros que últimos, felizmente); porque (me) descobri; porque fiz novos amigos e colegas; porque li; porque ouvi música; porque vivenciei primeiros; porque me senti.
Porque, nos derradeiros últimos 60 segundos do dia 31 de dezembro, quando todo mundo, conscientemente ou não, vai parar para olhar pra trás e fazer aquela indispensável retrospectiva, eu vou poder encher a boca pra dizer que não me arrependo de absolutamente nada que tenha feito ou deixado de fazer.
(Por sinal, a única coisa da qual poderia me arrepender acabou me trazendo a melhor coisa que me aconteceu nesse ano e em todos os outros. Mesmo. Aí que, ainda que aquilo tenha trazido um certo arrependimento no começo e tenha me chateado, hoje, eu só posso agradecer por ela. Indiretamente, mas obrigada mesmo assim.)
Enfim, porque posso dizer - sem medo de ser feliz - que 2008 foi o melhor dos anos.
E, justamente, eu preciso agradecer a algumas pessoas que possibilitaram um ano tão perfeito. Não que elas irão ver isso, mas quero agradecer mesmo assim *\o/*
~ Mammys & Pappys. E vou dar a tão clichê quanto verdadeira explicação de que eu seria literalmente nada sem eles. fato.
~ Márcio. Porque, tirando meus pais (que, of course, correm por fora), está no topo da lista das pessoas que fizeram desse o melhor ano. Porque veio na hora certa, nem um minuto antes ou depois. Por todos os momentos divinos. Enfim... por ser ele e estar comigo ;**
~ Família. Apesar de qualquer pesar que tenha ocorrido ou venha ocorrer.
~ Amigos de infância.
~ Novos amigos. Não vou citar nomes, nem vou dizer coisa do tipo 'Quem é, sabe'. Tem quem acha que é e não é - e quem é, mas talvez não saiba. Então, obrigada aos novos amigos. E aos novos colegas.
~ Aos professores. Em especial ao Velázquez e, principalmente, ao Simões.
~ Mallu Magalhães *:D*
~ Heath Ledger.
~ Oscar Wilde, sempre.
~ Jamie. Pela trilha sonora de todos os dias.
~ Dando nomes aos bois só nesse caso especial: Thalha e Rafa. Porque eu tenho os melhores melhores amigos.
~ Stephenie Meyer. Porque há tempos não sentia tesão por um livro, e Crepúsculo trouxe isso de volta.
~ Wagner Moura e Selton Mello.
~ Pessoas da Bienal.
~ Aos seres do sexo oposto que passaram pela minha vida nesse ano, tenha sido por um mês, sete minutos ou duas músicas do Lulu Santos. Quer o que tenha sido o que fizeram, brigadinha.
(...)
~ Por fim, Buda, Deus, Alá, ou quem quer que seja a força superior que tenta pôr um pouco de ordem nesse caos em que moramos. Por ter me mandado todas essas coisas & pessoas que me cercam.
Apesar das milhares de outras pessoas a quem eu gostaria de agradecer pelos mais diversos motivos, paro por aqui. Aos eventuais visitantes do Chateau, obrigada também. Um ano cheio de sucessos, realizações, pipocas, sombras e felicidades. Feliz 2009!
Eu vou ter o melhor reveillon de todos, e você(s)? xD
beijos e até,

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Letting that go. For good.


Férias. Soa bem, não? Nas tardes e noites em que uma matéria sobre paintball, um artigo sobre a desvalorização do ombudsman ou uma penca de textos esperando para serem fichados me tiravam o sono e me mascavam o juízo, era de se esperar que eu desejasse mais que ardentemente que as tais chegassem logo. No entanto, em verdade, em verdade vos digo, eu não implorava por férias, mas por um feriado. Um daqueles feriados de quatro dias. Páscoa, Carnaval, o que fosse. Eu não queria dois meses sem pisar no campus, só quatro míseros dias fazendo absolutamente nada.

Bom, feriados, não tive. Mas agora tenho férias. Nada de prazos, nada de horários; compromissos, apenas comigo mesma e alguns livros e filmes que, jurei, ia ler e assistir até o próximo começo de aulas. O diabos é que quase estou sentindo falta de ter que fazer algo. Sabe? De dormir pensando 'OK, amanhã à tarde preciso ler o texto do Thompson e, depois, fazer uns cortes na coordenada do paintball.' No começo, preenchi meu tempo com Crepúsculo. Literalmente não conseguia largar o livro e, conseqüentemente, terminei antes do previsto. E agora?
Achei filmes meus que ainda não tinha visto. Pensei ser ótimo, ocuparia as tardes. Vi Cats. Footlose. E... E... E mais nada. Sabe-se lá por quê, foi-se a vontade de passar a tarde largada na cama de casal dos meus pais olhando para imagens na tela. Era triste, mas estava entediada. Fato.

Dia desses, tive um desejo enorme de falar, mas não sabia ao certo com quem. Diante da insana vontade de conversar com alguém, pus-me a ligar para algumas poucas pessoas - duas, na verdade - que, eu sabia, não se importariam em trocar palavras comigo.

Ironicamente, nenhum dos contactados estava disponível para falar com a minha pessoa.

Com o infalível tédio típico das férias começando a maltratar meus nervos, decidi-me por fazer algo que, geralmente, me consome largamente o tempo: revirar alguns pertences de infância meus.

Na maioria das vezes, me contento em ler diários e agendas que já não cumprem sua função. Entretanto, percebi que, ultimamente, tenho evitado fazê-lo; é um tanto dolorido admitir, mas as letras coloridas que enchem aquelas linhas e as idéias e pensamentos nelas impregnados me causam certa vergonha. Custa-me crer que aquela pessoa costumava usar a minha pele.

Exatamente o que escrevi lá, não importa - o tempo, por certo, não irá apagá-los tão cedo, e eu, por sinal, apesar de não parecer, não gostaria que ele o fizesse. Basta apenas dizer que se trata de um breve relato daquilo que preenchia a minha vida, tão comum até aqueles dias: amores platônicos que nunca se realizaram, uma ou outra indisposição com meus pais, eventuais decepções escolares, atos de supostas grandes amigas que me chateavam. Tudo tão clichê, que, ao lê-los, me sinto apenas mais uma pessoa como tantas outras por aí - idéia que abomino com todas as minhas forças. Não que eu seja a mais original das criaturas, mas uma parte de mim gosta de acreditar que tenho alguma coisa, qualidade, defeito, sonho, o que seja, que me faz ao menos um pouquinho diferente.

E, nessas de olhar coisas antigas, sejam elas da infância ou dos meses que correram nesse ano, conhecidos fantasmas voltam ao Château... Pela última vez? Não, não penso que seja a última visita. Acho, sim, que eles vão me acompanhar por tempos indefinidos, assim como tenho certeza que, mais dia, menos dia, eu e os mais arredios nos acostumaremos uns com os outros.

Finalizando, faço minhas as palavras do querido Steven Tyler: When you don't look back, I guess the feelings start to fade away. Pra quem mais, por ventura, estiver precisando, fica a dica ;)


Arriverdeci e não esqueçam de ir pela sombra ;**

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

"Felicidade:


circulação apropriada de lubrificantes endócrinos." (Ezra Pound)




Vou dizer, sem vergonha nem pudor - porque, afinal de contas, a meu ver, boas notícias e pudor nunca apreciaram andar de mãos dadas - que os meus lubrificantes endócrinos provavelmente nunca circularam tão bem quanto nos últimos dias. Mesmo.
Então, pobre Chateâu, abandonado não só pelos eventuais hóspedes, mas pela própria anfitriã, deixando-o habitado apenas pelos fantasmas que insistem em me mastigar o juízo vez ou outra (e que eu, por alguma razão desconhecida, permito que façam). Hum hum. Que feio, Indira Maria. Pois é, há pessoas que simplesmente somem, fazer o quê? Maas, como já dizia a avó de alguém, quem é vivo sempre aparece. Eis aqui a minha pessoa, neurônios & coração, de volta ao meu querido Château.
Abandonado, desinformado, coitado do Château. Nem peço desculpas aos leitores - sei que não há. Tudo bem. Eu voltei, certo? Definitivamente. Promessas, não as faço. Ando acometida por uma falta de atenção absolutamente horrível; mal consigo terminar um livro em pouco tempo, que dirá postar com a mesma freqüência das férias. Ou não. Talvez consiga, só pra variar.
Então, vou perguntar, mais por educação do que por achar que alguém vai responder: como estão as queridas pessoas imaginárias que se dão ao luxo de perder alguns preciosos minutinhos de seus dias über corridos para dar atenção às humildes idéias dessa louca pessoa que vos posta? Espero, mesmo, que com níveis de endorfina tão elevados quanto os meus. Sério. Dillababy anda feliz da vida, se lhes interessa saber.
Maaas, maas, eu não vou cometer o pecado horrível de deixar sua(s) pessoa(s) aqui brincando de tentar entender o fluxo de consciência da sua anfitriã. Falemos de outra coisa. Pessoinhas, foram à Bienal do Livro? *Por favor, responda que sim, você não só foi como adorou* Sejamos críticos: muitos, muitos livros infantis. E de auto-ajuda. Mas dava pra achar muuuita coisa boa também - e com uns descontos que vieram bem a calhar. Me esbaldei, nem mentir.
Mais: palestras, adorei. Ou melhor, algumas. Vou ser bem sincera: a do Machado de Assis, pena, foi triste - só pra usar um eufemismo. Falaram de tudo, menos do Machadinho. Por outro lado, a de adaptações para o cinema e a do André Vianco foram muito, muito boas. Por sinal, nem conhecia o André. Super* simpático & atencioso, adorei. Já incluí 'Os Sete' na lista de livros que tenho que ler.
Falando em palestras, e aqueles puffs do Espaço Jovem?! Sooooonho. Adorei por demais. Na minha humilde opinião, eu deveria ter ganhado um como prêmio por ser a pessoa que passou mais tempo deitada num puff da Bienal. haha. Mas é sério. Sempre estava por lá nos intervalos entre uma palestra e outra, ouvindo musguinha, lendo o livro do André Vianco ou simplesmente olhando pro teto. Eu me senti em casa, falo mesmo.
Então, preciso parar por aqui. Minha hiperatividade me impede de fazer um post mais bonitinho e com mais sentido \o/ Eee, tenho coisas a fazer. Como um artigo interminável para Língua Portuguesa II.
Arriverdeci, ;*

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

I can't hide and I just can't fake it

Oi, adoooro gente sumida, e você(s)? Em verdade, em verdade vos digo, sumida estive por falta de 1. tempo; 2. assunto apropriado; 3. vontade mesmo, em alguns dias. Maaas, eis que ela retorna das cinzas! Bom, não digamos 'das cinzas', porque meio que parece que eu não andei passando muito bem, e eu definitivamente não quero passar essa impressão porque - carambolas! - é justamente, completamente, totalmente o contrário. Aah, acabo de lembrar que haviam dois posts antes desse. Sim sim, eu deletei. Modéstia às favas, até achei que um deles ficou muito bom, mas a verdade é que estavam um pouco... pessoais demais. Por via das dúvidas, achei melhor fingir que não existiram.
Anyway, essa é a hora em que você me pergunta 'então, como você tá?' E eu digo, sem medo de ser feliz, melhor, impossível. É, é verdade, eu não passei na prova do Detran - claro que melhor estaria se nunca mais tivesse que passar por todo aquele processo de novo. Maaas, fazer o quê? Prefiro não pensar nisso agora. Até porque, nem tudo foi tragédia naquele dia, né?

Oh yes. Coisas ótimas têm acontecido desde então. Coisas que são um ________ da estrela. ;X Adooooro, mesmo. Felicidade que transborda, mesmo nos momentos de delírio de fome & saudade :D ;X
Então, é um post curto, curtíssimo, curtésimo, mas o importante é o que importa e o que importa é que o bom filho à casa torna. Na próxima, me empenharei mais, prometo. Beijos beijos beijos, até mais ver e vão pela sombra ;*

domingo, 10 de agosto de 2008

Like a boomerang through my heart.

'You sit and you stare and you wait and you wonder
You think "Maybe it's me and I'm being a fool."
You start to believe it's a curse that you're under
And you're just a doll for a boy who is cruel
With a pin...'



Ui, sumi. Perdão, mas tenho tido semanas bem movimentadas - mais do que eu queria, pra ser bem sincera. Estivesse com um humor formidável, citaria Júlio Verne: 'A minha vida está cheia, sem lugar para o tédio. É praticamente tudo o que peço.' Ah é, a minha vida está sem lugar para o tédio. Mas também está sem lugar para eu descansar devidamente e organizar minha cabeça. Sim, minha cabeça está, de fato, uma bagunça, o que não me agrada nem um pouco, se você quer saber. E você tem, acho eu, todo o direito de perguntar o porquê.
Poderia ser bem clichê e dizer que na verdade, na verdade o que está uma bagunça não é exatamente a minha cabeça - ou melhor, que a confusão dela é uma conseqüência do que tem passado o meu maltratado miocárdio. Pobre miocárdio! Ele não merece passar por isso - nem eu. Está todo arranhado, o coitadinho. E eu, que sou solidária, tenho quase uma mancha roxa pra cada hora em que pensei no assunto com uma certa revolta (não, não foi proposital. Primeiro, bati a mão na ponta da pia; depois a cabeça no vão da porta; algumas horas depois, os dedos da outra mão no vão de outra porta; e, por fim, a perna em algum lugar que esqueci). É, já sou naturalmente desastrada, chateada fico pior.
Já não bastasse os mais recentes arranhões do meu miocárdio (viu, mon cher, vou aliviar a sua culpa; nem falo em queimaduras, mas em arranhões), juntou-se a eles a infalível vingança do meu útero - sempre vem, e com uma regularidade que beira o prodígio. Estava ultra-sensível, e nem venha dizer que exagerei. Considero meus motivos muito plausíveis.
Aliás, essa minha auto-censura me dá nos nervos. Se fico chateada, logo penso que estou exagerando e tento fingir que está tudo bem. Meu querido, isso não é normal. Né? Há um tempo atrás, descobri uma técnica muito boa - dar-se prazo para acabar com a tristeza, ou raiva, ou o que quer que seja que você está sentindo. Daria muito certo, não fosse o fato de eu esquecer que, no meio tempo, você precisa se permitir sentir. Precisa realmente mergulhar. Meio como sofrer mesmo e, quando acaba o prazo, você segue em frente. Pois bem; não defini meu prazo ainda. Penso que uma semana, a partir de hoje, é suficiente. Desculpa, Claire, em cinco minutos não dá. Uma semana funciona melhor. Uma semana para eu me chatear, sentir raiva, sentir saudade, querer voltar para o começo, querer terminar logo tudo, me sentir como se não soubesse o que quero. E, depois do próximo domingo, adeus. Seguir em frente como se não houvesse mais arranhão algum. Os outros passaram, com muito tempo, mas passaram. Claro que esse é diferente - não estou desconsiderando o que passou, só pra constar. Mas vai passar. Até lá, meus óculos escuros e a minha capacidade - boa ou ruim, não sei - de esconder o que se passa aqui me darão cobertura.
Mais uma vez penso que estou exagerando. Tenho que parar urgentemente com essa mania. Pode até ser exagero, mas eu preciso pensar que não é.
Mon cher, isso definitivamente não cabe em um 'Hunrrum', 'Eu entendo', 'Eu compreendo'. No entanto, eu, de fato, entendo. Eu não fiquei com raiva - não como você pensa - e com certeza te perdôo. Mas dizer que mal dói, que já nem me importo tanto, que está tudo muito bem, obrigada, me deixaria com um nariz de fazer inveja ao menino que hoje é de verdade. De qualquer forma, foi ótima a experiência, e você é uma pessoa maravilhosa.
Nossa, cara de desabafo. Hey, ninguém anda por aqui, achei que podia ser um pouco mais... pessoal. A verdade? Era pra esse ser um posto sobre o começo das aulas. Sobre rever os amigos, conhecer novos professores, estar em disciplinas novas... Bom, fica pra próxima. Desculpem-me por hoje, mas precisava colocar isso em algum lugar, mesmo que o texto não faça muito sentido. Beijos, beijos, beijos, até ;*

terça-feira, 29 de julho de 2008

Appretizing young love for sale/ Who will buy?

Olha só quem resolveu dar as caras - literalmente. Pessoas, não sei se lhes interessa, mas, antes que pensem que ainda não tinha posto aqui uma foto minha porque devo ter algum complexo de baixa auto-estima, o fato é que gosto de colocar imagens, minhas ou não, que passem um pouco do que estou sentindo quando posto - e nem sempre encontro fotos minhas capazes de fazê-lo. Mas, hoje, sabe-se lá porquê, resolvi colocar essa. Gostei dela.
Então, estou há uma semana sem mandar sinais de vida, mas, se você quer saber, não aconteceu nada de tão extraordinário. Quer dizer, eu fui, com a Lara, ver TDK *pulinhos* Como assim, de novo? Quem me conhece sabe da minha adorável mania de ver o mesmo filme 350 milhões de vezes, principalmente se forem filmes que de fato merecem ser assistidos de novo & de novo - como esse Batman. Costumo dizer que a primeira vez é de puro deslumbramento, e você só tem uma visão geral da película; a partir da segunda é que vão aparecendo os detalhes, sejam eles do figurino, da interpretaçãos dos atores, dos cenários, da trilha sonora, enfim, de tudo, as frases que você não conseguiu ler ou interpretar direito... Penso que TDK é como Jesus Cristo Superstar e Rent - fica cada vez melhor. Anyway, tô a fim de ir para o tri, alguém se habilita a me acompanhar? Juro que eu fico caladinha durante o filme inteiro e não conto o final, a menos, claro, que você queira que eu o faça. Aah, e eu não me importo em dividir a pipoca. Desde que ela seja suficientemente grande para durar pelo menos 2/3 do filme, é claro.
Aaah, mas esse dia foi triplamente emocionante. Inicialmente, claro, por rever uma grande amiga e assistir ao já citado filme. Depois, quase cegamos com tantos flashes de camêras digitais porque - adivinhem só - o Dado Dolabella estava no shopping. Nossa, eu vi a cabeça do Dado Dolabella. Duuude... Se fosse o Selton Mello, ou Wagner Moura, ou Marcelo Anthony, ou Igor Cotrim, eu seria a primeira a me descabelar e me jogar na frente gritando histericamente, mas o Dado Dolabella? Tá, melhor seguir em frente e deixar as moçoilas morrerem de amor em paz.
Após o filme, cumprimos nosso mais que sagrado ritual de passar na Siciliano. Chegando lá, vi uma edição em inglês de O Nome da Rosa, do Umberto Eco, e não resisti. Há meses que eu procurava esse livro, em português mesmo, mas vou juntar o útil ao agradável e ler em inglês. Anyway, lá estava eu, muito satisfeita, carregando a minha futura mais nova aquisição como se fosse um bebê recém-nascido, quando, out of blue, pensei: "Já imaginou se eu encontrasse aqui alguma coisa do Oscar Wilde que ainda não tenho?" E aí, quando olho pra frente, eis que vejo De Profundis na prateleira. Bom demais pra ser verdade. Minha amiga perguntou se eu ia mesmo leva-lo também, afinal, já estava decidida a não sair dali sem O Nome. Não deveria fazer essa extravagância, mas não gosto de ignorar esses "sinais" que a vida manda \o/ Principalmente se ele estiver relacionado ao amor da minha vida - leia-se Oscar Wilde. Lembro de uma frase que diz "escolhe um autor como escolhes um amigo". Então, Oscar (se me permitem a honra de chama-lo só pelo primeiro nome) é, no mínimo, o meu melhor amigo. Gastaria toda a minha mesada em um livro dele se preciso fosse - e sem duvidar que a satisfação pessoal de ler mais uma obra dele compensaria todo e qualquer gasto. Bom, mas a supracitada obra era da coleção L&PM pocket, ou seja, estava mais do que em conta. Ando super envolvida com a leitura do De Profundis - e descobrindo muitas coisas sobre a vida e a personalidade do Oscar e do odiado Bosie; entretanto, vou deixar os comentários para quando terminar de lê-lo.

***



Ahhh, última semana de férias. Quatro de agosto já vem virando a esquina; vamos fazer um bolão e ver quem acerta por quantas noites eu ficarei sem dormir até o início das aulas?
Verdade seja dita: apesar de um ou outro esporádico ataque de tédio & impaciência, essas semanas passaram voando. Hey, sem cara de choro: acabaram-se os "dormir tarde, acordar mais tarde ainda", retornam os "deitar cedo, demorar a dormir e acordar bem cedo", maaaaas estou bem empolgada com o começo do semestre. As disciplinas estão me parecendo muito interessantes, dizem que os professores são ótimos, vou fazer novos amigos, rever os "antigos" e, é claro, resolver umas coisas pendentes. Né? É sim, mon cher. Talvez esteja exagerando, mas já estou me preparando para todas as possibilidades - embora eu ache que, nesse caso, não tem muitas possibilidades... Bom, não quero entrar em detalhes aqui. Melhor ignorarem esse comentário.
Como ia dizendo, vou voltar a freqüentar a minha querida segunda casa - e, acredite, vou passar bastante tempo lá. Pelo menos agora tenho um MP4 pra me fazer companhia naqueles típicos dias de Cineclube. Aliááás, falando em Cineclube, gente, vamos ler aqueles "cartazes", por favor. Cansei de perguntar pra meia Unifor se alguém ia pro Cineclube e as pessoas responderem algo do tipo "Sei nem o que é Cineclube" ou "Quando é isso?" ou qualquer coisa do gênero.
Sim, vou sentir saudades de algumas coisas do semestre que já se foi. Das aulas da Julita e, claro dela mesmo, por exemplo. Dos filmes da Bete. Das idas à Biblioteca Pública :X Dos tiques do Celiomar. Das aulas do Melo Jr, por que não? Ainda herdei o "maaaaaas" dele. De ficar naquele banquinho tomando banho de Sol :D De me empolgar toda vez que descobria algum lugar naquele mundinho. Isso sem vai falar de outras coisas das quais eu espero não sentir falta tão cedo - entenda-se "espero que continuem pelo tempo mais longo possível".
Semestre novo, vida nova. Hipérbole? Não não. Agora, vou poder fazer tudo que não deu pra fazer na primeira metade do ano - o semestre "de adaptação", como costumava dizer. Não sei em quantas vou ter que me desdobrar, mas acho que o fato de ter ficado bastante tempo das férias sem fazer nada verdadeiramente produtivo me deixou com a sensação de disposição. É isso. Estou super disposta a fazer tudo - tudo - dar certinho.

É isso. Acho que já falei demais. Beijos beijos beijos, até. Sexta-feira estarei aqui, homenageando a minha filhota no dia do aniver dela. A Jesmim mais do que merece ;D



~Vi isso em um blog, achei interessante, resolvi tentar. Pensei em fazer do Jamie, mas é sempre bom variar um pouquinho, neam? xD


[1] Escolher banda/artista.
[2] Responder somente com os títulos das canções.
[1] Lulu Santos
[2]
1. Descreva-se: 'O último romântico'
2. O que as pessoas acham de você: 'Você teima'
3. Descreva sua última relação: 'Vai entender'
4. Descreva a atual relação: 'Sem pressa'
5. Onde queria estar agora: 'De repente, Califórnia'
6. O que você pensa sobre o amor: 'A força do destino'
7. Como é sua vida: 'Vida incomum'
8. Se tivesse direito a apenas um desejo: 'Tesouros da juventude'
9. Uma frase sábia: 'Eu sou outro você'
10. Uma frase para os próximos: 'Hey hey, my my'




oO OK, meio bizarro. Vou tentar depois com outro cantor ou banda...


XOXO,

terça-feira, 22 de julho de 2008

,Take good care

Heey!
Ahn, lendo o último post, percebi que disse que ia fazer um "relato pessoal da experiência de FINALMENTE assistir ao filme e as impressões que tive", mas acabei falando só das impressões *desmemoriada* Bom, aqui vai o relato da experiência.
Primeiro, tive que convencer a minha mãe a ir assistir comigo; não ia dar - e eu nem queria - pra ir sozinha. Para tanto, eu tive que assistir no Aldeota, que não é tãããããããão ruim assim, mas, vamos combinar, não é como o Multiplex - e um filme como TDK deve ser visto no Multiplex. Então, fui ao Aldeota com meus pais - mas com a promessa para mim mesma de que ainda nessa semana iria dar um jeito de ir no Multiplex. Anyway, chegamos lá meio em cima da hora, fila dando voltas, e eu ainda ia comprar pipoca. Por sorte, conseguimos três cadeiras juntas, na ponta da última fila. Perfeito, não fosse por um detalhe - eu ia ter que sentar ao lado de um casalzinho. Ótimo, eu venho assistir a Batman e ganho 142 minutos ao lado dos pombinhos. É. Maaas, na minha imensa euforia & ansiedade, eu estava a disposta a não permitir que nada, nada (tripla ênfase, sim?) atrapalhasse a sessão. Sim, eu estava realmente levando aquilo a sério. Quer dizer, era o último trabalho do Heath, há tempos eu esperava pra ver, e já tinha lido tantas críticas boas que não queria perder um segundo de nada. Perto do meio do filme, percebi que estava tão envolvida que até esqueci quem estava do meu lado - naquele momento, parecia que só existia eu, o saco de pipoca e a tela. E, sem ser hiperbólica e sem medo de parecer ridícula, eu tenho que dizer: assistir a um filme com essa sensação é delícia cremosa, é... bom, é mágico. Infelizmente, não consegui ficar até o final dos créditos - tentei, mas um disfarçado impaciente "É muita gente!!" do meu pai me fez desistir; na próxima vez (quinta-feira. Eu disse que ia o mais breve possível...), com certeza ficarei. No final das contas, o cinema não era o melhor, o casalzinho ficou lá até o fim e a pipoca acabou antes do filme (ah é...gente ansiosa sofre), mas foi muito, muito, muito, muito bom. Mesmo.

E esse é o fim da maravilhosa experiência de assistir a TDK no cinema pela primeira vez.



***

Mesmo estando nas derradeiras duas últimas semanas de férias, vez ou outra acomete-me o tédio. À noite, sem muito o que fazer, resolvi experimentar assistir às famigeradas Mutantes - caminhos do coração e Chamas da vida - as novelas trash da Record. Bom, os que gostam que me perdoem, mas na minha humilde opinião isso é trash, sim. Ontem, com um leve indício de carência, me joguei na cama com um saquinho de Confeti e pus no dito canal exatamente na hora em que o...como era mesmo o nome? Ah sim. Na hora em que o Fernando Cobrão - acho que era isso - fazia um semi strip para um, sei lá, acho que estilista gay. OH MY GOD. Não, a interjeição não foi por causa do "corpo escultural" do Cobrão, mas para enfatizar como a cena foi tosca, inclusive pela lingüinha. Sim, meu caro, o tal não tem esse apelido à toa - nem por motivos maldosos, se foi o que você pensou.
Como se já não bastasse os nomes horríveis, os efeitos especiais mal feitos e todo o maniqueísmo explícito existente na estorinha dos Mutantes, logo em seguida temos Chamas da Vida - onde todo dia há um incêndio que queima metade do cenário. Quem são os bombeiros que mais trabalham? São eles, os bombeiros do supracitado folhetim. A trama é até boa, mas a galera anda exagerando nos efeitos. Vamos vamos vamos deixar a fábrica de sei lá quem intacta por uns dias?
Anyway, alguns minutos depois, cansada disso tudo, passei, sem titubear, para os mutantes originais - X-Men 2 passando no Telecine Action, não podia perder a oportunidade. Além de gostar muito do filme em si, um pouco de Wolvie seeempre faz bem. Né? Claro que sim. É sempre bom ver o Hugh Jackman, e eu, particulamente, gosto muito dele como Wolverine. É perfeito pra ele.


Então, tô com sono e falando besteira. Vou dormir e ter boons sonhos - ou assim espero. Mon cher... for Christ and my sake, work with me, would you?! Beijos beijos beijos beijos, desculpa o post nada a ver, boa noite, até ;*