sábado, 12 de julho de 2008

'Because the way we kiss is better than any drug'


Boa tarde, querida(s) pessoa(s)! Sim, eu estou me sentindo estranhamente bem hoje. Aliás, tenho me sentido muito bem desde ontem, apesar dos pesares. Que pesares? Bom, eu tinha quatro opções de programa para esse final de semana. Eu poderia a) Ir pra Massapê com o meu pai; b) Ir pra Sucatinga com as minhas amigas; c) Ir para o Iguape com a minha mãe, a Jesmim e o Harry ou d) Ficar sozinha em casa (possibilidade altamente remota, mas eu estava gostando de considerá-la). Acabei me decidindo por ir pra Sucatinga e, quando estava de fato começando a me animar, a viagem foi cancelada. Aí não dava mais pra ir pro Iguape, muito menos pra Massapê. Fim da história: vou ficar em casa com a minha mãe, o Harry, a Jesmim e as nossas sombras. É divertido? Por demais, mesmo. Só pra constar, não tô culpando ninguém, certo? não faz o meu estilo ficar de cara feia porque um programa furou - quer dizer, não na maioria das vezes.
Além disso, eu estava feliz demais pra me chatear com isso. Sabe? Ontem, acordei me sentindo maravilhosamente bem - talvez porque, embora tenha demorado a dormir, tive um pedaço de noite perfeito, ou talvez porque estivesse muito empolgada com a viagem, whatever. Como ia passar a tarde sozinha, passei umas fotos para o PC e dei uma arrumada básica na cozinha - ao som, claro, de Armageddon Soundtrack. Adooro lavar a louça ouvindo esse CD, principalmente se estiver sozinha. Anyway, depois tomei um booom banho frio, daqueles de lavar até a alma, e já ia arrumar a mochila quando me ligaram para dar a nova. Sem ter muito o que fazer, fui assistir a Fantasma da Ópera na TNT enquanto esperava minha mãe.
Quando meu pai viaja e nós ficamos por aqui, de uma coisa você pode ter certeza: sempre rola filminho & conversas até altas horas. A sexta acabou ficando com cara de sábado, adoro. Depois de três voltas na prateleira da locadora, pegamos três filmes e uma torta chocafé na doceria. Eu estava bem, mas nem por isso queria ver uma daquelas comédias românticas ultra-derretidas e previsíveis até o fim dos créditos.
OK, enquanto esperava a hora de assistir ao DVD, acabei vendo o final de Camp Rock e muitas, muitas partes de Nunca fui beijada. É. Tudo bem, depois vi Undiscovered, que chegou por aqui como Encontro com o acaso. Ah é. Cama, edredom, Steven Strait, trilha sonora perfeita e chocolate. Precisa de mais?
É bem verdade que já assisti a esse filme algumas centenas de vezes, mas nunca tive a chance de vê-lo do começo ao fim - e não é segredo a minha mania de ver o mesmo filme várias & várias vezes. Sempre escapa uma fala, uma expressão, um olhar... Enfim. Undiscovered não é uma obra-prima da Sétima Arte, não vai te levar a ter dores abdominais de tanto rir ou a chorar lagos de lágrimas, o roteiro não é tão brilhante assim, e, muito provavelmente (será que essa expressão pode ser utilizada?), você não vai pensar 'Ai Meu Deus, esse é o meu filme preferido!' (Embora ele seja, sim, um dos meus filmes preferidos) Antes que você pense que eu vim aqui com o propósito de convencê-lo(a) a nunca, nunca, jamais enconstar na caixinha do DVD, minha intenção é exatamente o contrário. É romântico, mas não como aquelas comediazinhas produzidas aos montes. Claro que aparecem os clichês das histórias românticas, mas, veja bem, eles estão em todo lugar - nos filmes, sejam de que gênero forem, nas novelas, nos seriados... Não é motivo pra difamar a película. Quem gosta da Ashlee Simpson tem motivo extra pra assistir; quem não gosta, bom...assista mesmo assim, afinal, ela não interpreta a si mesma. E, por fim, a trilha sonora é mais que perfeita. Com algumas músicas interpretadas pelo próprio Steven Strait e pela Ashlee Simpson. Vale a pena, mais do que recomendo.
Hoje? Reprise das músicas de ontem à noite e, mais tarde, programa cultural com a mammys - assistir a O Escafandro e a Borboleta no Dragão do Mar. Mon cher... só pra dizer que me lembrou. Beijos beijos beijos, divirtam-se. Até ;*









Ah é! A foto, acho que deu pra notar, é do filme. Se o meu esforço não foi suficiente pra te convencer, assista pelo menos pra ver o cachorro andando de skate ou o Steven correndo atrás dele enrolado em uma toalha com os lindos cabelos ao vento. Au revoir.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Let me know


Pobre bloguinho abandonado! Nosso 21o. post, e nenhum comentário. hum hum. Pensando bem, amado espaço virtual onde nem sempre o que falo faz sentido, talvez tenhamos alguém que nos lê, mas não comenta. Né? Acontece. Nem critico, até porque tenho esse terrível hábito - ler e não comentar. Pois bem, sejamos educados com ela: querida pessoa que nos lê e não nos dá o prazer de saber a sua preciosa opinião, como está a sua pessoa?

Passei a tarde de hoje no shopping center com uma grande & inestimável amiga. No entanto, para facilitar a vida do pappys, visto que eu não dirijo ainda, disse que não me importava que ele me deixasse no horário mais conveniente para ele - o que significaria ficar uma hora sozinha lá, mas eu até queria fazê-lo. Daí você se pergunta, "ela não disse ainda nessa semana que achava que estava carente?" É verdade, honey; entretanto, aprecio ficar só, desde que em pequenas doses, é claro. Geralmente me faz bem. Então, gastei a minha hora rodando em uma loja de departamentos - Lojas Americanas, o maior (ou será 'melhor'?) Natal do Brasil. Nunca li tantas sinopses de filme, mesmo. Observei dezenas de capas e contracapas de DVD (e a hipérbole não se faz presente aqui), dei voltas ao redor das prateleiras de brinquedos, folheei todos os cadernos e agendas expostos. O socorro (Thalha ;*) chegou com precisão na hora em que precisei - quando peguei o último caderno e começou a tocar Acústico MTV Sandy & Júnior (por favor, nada contra quem gosta; é só que não era bem o que eu precisava ouvir. Ademais, eles gravaram uma versão de Superman, do Five For Fighting. Vou só dizer que, na minha opinião, isso não é coisa que se faça.Jamais.).

Bom, algumas voltas, muuitos comentários (sobre nós, sobre os outrs, sobre a vida dos outros - que ninguém é de ferro e fofocar faz bem...), uma batata Sensações - peito de peru, um showcolate de marshmallow (oh yeah! um pote de marshmallow seria mais que bem-vindo agora...) com chocolate, um Twix e uma pipoca média mista para o filme e um prato de salada - sim, hoje eu comi como uma besta (aliás, ultimamente eu ando comendo demais e falando mais ainda) -, estamos de volta ao home, sweet home. E eu estava muito bem, obrigada, até ver o que tinha acontecido - ou melhor, o que não tinha acontecido.

Maaas sabe uma coisa, mon cher? Alguém - e eu lamento muito, de verdade, não lembrar quem - sabiamente disse que sofrer é um mau hábito; eu sei muito bem disso. Não que faça da minha vida uma tragédia grega de matar Édipo de inveja, mas posso perfeitamente dizer que experiências de vida anteriores me permitem afirmar tal coisa: sofrer é mau hábito, mas, já diria Klaus, there's always something. Uma vez, aconselharam-me trabalhar com prazos - tipo, cinco dias para ficar triste e, depois disso, adeus blues. Eu não estou triste, estou levemente chateada.















































































































Pronto, já quase passou. Pessoa(s), foi bom falar com você(s). Mon cher, quando quiser, dê sinal de vida. É pra isso que eu tenho celular, telefone, Msn, Orkut e MySpace - para eu falar com as pessoas, e vice-versa. Me recolherei agora; tenho andado perdendo umas noites de sono, tenho alguns palpites sobre as possíveis causas, nenhuma idéia de solução. Vou fazer diferente hoje: ao invés de contar lobinhos, vou contar porquinhos. Leitõezinhos rosadinhos e gorduchinhos. Nada contra os lobinhos, eles até quase funcionaram. É só pra ver se muda alguma coisa.
É isso. Beijos, beijos beijos, boa noite & bons sonhos, até.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Wailing at the moon

Oh yeah! Última aula de Legislação. Ficar sentada no ar-condicionado, cercada por pessoas que jamais vi, ouvindo sobre cidadania, meio-ambiente e direção defensiva, nevermore. Então por que desconfio que estou com uma discreta sombra de saudade? É verdade que, embora sempre reclamasse na noite anterior e quando acordava, eu adorava por demais as aulas do Otávio. Ele é bem a minha idéia de professor ideal - daqueles em cuja aula você não só tem crises de riso, como realmente aprende o que quer que seja que ele(a) ensine. Não tive tantos professores assim, mas não esqueço os que conheci. E, sincerely, eu achava a parte de Legislação mais interessante que o resto. Talvez seja a maneira como ele aborda o assunto. Anyway, não sei se é só das aulas do Otávio que sentirei falta.
Em uma dessas cinco (pensando bem, cinco dias não é taaanto tempo assim. Quer dizer, não nessa situação) tardes que passei na salinha de aula da auto-escola, pensando em como aquilo era parecido com a experiência do pré-vestibular, eu percebi que, por mais que reclamasse que não agüentava mais aquelas aulas e nhánhánhá, no final das contas, eu acabava gostando - de assisti-las, quero dizer. E aí, em um clique divino, eu cheguei à conclusão de que eu gosto de assistir a aulas. De primeiros socorros, de matemática, de Sociologia, de Inglês ou de ICG, o que seja. Eu gosto.
Mesmo das mais entediantes. Lembro que as aulas de Bio, Química e Matemática costumavam me entediar, mas creio que era mais porque eu meio que já com má disposição, não me envolvia - e não o fazia, na maioria das vezes, por estar muito absorta divagando sobre detalhes tão pequenos de nós dois ou qualquer outra coisinha que me estivesse alimentando a ansiedade. However, uma vez que me forçava a prestar atenção, acabava gostando, não necessariamente da matéria, mas de aprender. Sabe? Eu me sentia, digamos, completa, satisfeita, quando resolvia exercícios e percebia que tinha aprendido o que achava que nunca ia aprender.
Então, eu me realizo aprendendo. É isso. Alguém disse - quem foi mesmo? Descuulpa, honey, mas não me recordo da sua pessoa - que achava que eu ia acabar sendo professora. Que, depois do Jornalismo, viria um mestrado e, em seguida, não a bancada do BBC News - putting news first - sonho de vida -, mas uma sala com alunos. E isso porque eu comentei que me divirto horrores corrigindo redações de amigos, quando me pedem, é claro. Não desmereço a profissão - muito pelo contrário, admiro demais -, mas não sei se me vejo assim. É, a uns dois anos atrás, eu dizia que queria ser professora do CLC, mas era principalmente por amar a língua inglesa, e só enquanto terminava a faculdade, não como algo a longo prazo. Para além-Unifor, eu queria correr mundo. 'Queria'? Ainda quero. Desculpa, eu vou. Mas volto sempre que possível pra visitar vocês - ou, quem sabe, os convide pra tomar chá com HRH Camila. Né? E nem me olhe com essa cara, que eu gosto de pensar que esses devaneios podem dar certo ;)





Hoje? Meu horóscopo disse que certos aspectos da minha vida iam melhorar porque eu estaria mais ativa. Touchè! É por isso que eu gosto do Akita, sempre que eu penso em fazer algo mais ousado, ele me encoraja. xD E você pode me achar ingênua, mas prefiro acreditar que é verdade. Boa noite, beijos e até.

domingo, 6 de julho de 2008

Test, 1, 2, 3

E exatamente hoje, agora, nesse presente momento, quando eu quero por demais (tripla ênfase nas duas últimas palavras, sil vous plait) conversar com alguém, não tem (tenho aversão ao uso de ter no sentido de existir, mas, no momento, vou ser bem honesta, eu não estou mesmo ligando) ninguém, ninguém, no MSN, nem no Orkut, e o meu celular - já comentei aqui - já até esqueceu a razão de ser dele - pra não mencionar o telefone do meu quarto, que, no máximo, toca uma vez por semana e é engano.
Nesse momento, você me pergunta, 'my dear, você está carente?' E aí eu respondo, 'não, querida pessoa que tenta me ler, não estou carente, creio eu.' É mais uma questão de vontade de conversar com alguém, por mais de cinco minutos, sobre qualquer coisa. Sua vida, minha vida, as formigas na mesa ou uma nuvem parecida com uma lagosta gigante, tanto faz - apenas conversemos. OK, talvez eu esteja um pouco carente.

(...)

Dez minutos de suspense e nada mais. Perdoem-me pelo texto, que, além de muito curto, é meio amargo. Vou dormir (leia-se: vou tentar contar lobinhos, começar a pensar na mais complexa diversidade de assuntos e só dormirei quase de manhã, quando for 'tão tarde que já se faz cedo'. Adooooro Shakespeare.) que é melhor. Beijos beijos beijos e até.

sábado, 5 de julho de 2008

'when you don't look back, I guess the feelings start to fade away'

Aaah, mais um adorável dia de tédio. Eu não deveria estar dizendo disso, visto que, teoricamente, era para eu passar o dia me divertindo com o Manual do motorista para habilitação - a cores, detalhe ultra-importante. Mas, sejamos honestos, após uma noite incrivelmente mal-dormida (sim, você já leu isso antes; sim, eu também acho que está mais freqüente do que eu gostaria, mas deixemos isso de lado) e de uma indisfarçável falta de coragem, é meio difícil se concentrar. Trinta páginas de placas de Legislação depois, eu abandonei o livrinho e me pus a... bom... a fazer nada.
Agravante: dia de faxina. Faxina parcial, mas faxina mesmo assim. O que significa que não podia ficar no meu quarto, nem no quarto dos meus pais, até podia na cozinha, mas não seria muito bom. Restava a sala, onde, pelo horário, dá pra assistir televisão, se vc não se importar com a claridade do Sol. Tudo bem, vamos assistir a Gossip Girl, com claridade e tudo, só enquanto meu organismo em estado de latência absorve a cafeína de uma boa xícara de café recém-feito.
Das trinta páginas de Legislação para o 'eu-não-agüento-mais-estudar-isso' foi um pulo. Quinze minutos de sofá, e lá estava eu, em pé, dando voltas pelo apartamento e mastigando, não o meu juízo, mas balinhas de café. Apesar do tédio, se é que era tédio, meu juízo estava aparentemente normal, thank God.
Anyway, depois de muitas voltas, algumas Pringles, meia taça de espumante, um bom banho e uma promessa de pappys & mamys de que assistiríamos Rent mais tarde (ai deles se houver mudanças de plano!), aqui estou eu. *pausa para atender o celular. Finalmente! Coitado, acho que o bichinho às vezes esquece a razão de ser dele. Acho que até eu esqueço. Tudo bem, ele supera* Ahn, meio que perdi a linha de raciocínio. Vou parar por aqui, jantar, assistir o mesmo filme de novo. Fica melhor a cada vez. Eis a minha teoria: assistir ao mesmo filme nunca é do mesmo jeito. Você - pelo menos comigo é assim - acaba descobrindo detalhes que passaram despercebidos nas vezes anteriores, desde a expressão facial de determinado ator naquela cena ao detalhe da mesa no fundo do cenário, sempre há alguma coisa para ver. Acho que as interpretações que você dá variam com o seu humor.

Ah, detalhe, preciso sair agora. Termino o comentário na próxima.



ciao,

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Let me entertain you

Hell is gone and heaven's here
There's nothing left for you to fear
Shake your ass, come over here
Now scream
I'm a burning effigy
Of everything I used to be
You're my rock of empathy, my dear


Life's too short for you to die
So grab yourself an alibi
Heaven knows your mother lied
Mon cher
Separate your right from wrongs
Come and sing a different song
The kettle's on so don't be long
Mon cher

So come on let me entertain you
Let me entertain you...




Então, aqui vai um resuminho do meu dia: passei cerca de três horas na auto-escola, esperando uma criatura resolver o probleminha dela com o processo, e mais umas duas horas no Detran fazendo o tal teste psicotécnico - hey, mas vejamos o lado bom, descobri que eu sou normal! Anyway... E tudo isso depois de uma noite de cão, porque, tão irônico quanto óbvio, exatamente quando precisava de uma boa (ênfase no 'boa', por favor) noite de sono, eu tinha que ter um daqueles típicos ataques de ansiedade (de vermelho-berrante porque 9 entre 10 ansiosos concordam que a ansiedade é de uma cor tipo vermelho ou laranja, e eu me incluo nesses 9). Sabe? Daqueles em que você se perde em pensamentos; tenta contar lobinhos, mas perde a conta depois do quinto porque pensou tanto no que vai acontecer que não lembra em qual parou; tenta exercício de respiração, mas não adianta; tenta pensar em músicas calmas, tranqüilizantes, mas parece que seus nerônios estão fazendo uma festinha...Ai! As olheiras são testemunhas das voltas que eu dei na cama.
Apesar da noite não muito agradável e de ter chegado em casa um estrupício só, eu até estava contente - ora pois, quarta começam as aulas de legislação, mas pelo menos é só por uma semana, e o dia amanhã seria ótimo. Né? Que nada. Mammys meio que estragou meus planos - e com razão, por mais que eu odeie com todas as minhas células admitir isso. Daí você pergunta, 'Maas não tem como dar um jeito?' Bom... Suspense por tempo indefinido.
Maaaaas antes que eu comece a desenvolver uma teoria da conspiração do tipo 'claro, é porque é comigo, tinha que acontecer assim', voltemos ao início do post. Siim, a musiquinha aí tem uma razão de ser. Desde que eu ganhei o DVD do Robbie Williams (foi um presente de aniversário de mim para mim, com muito amor & carinho) e descobri nele uma versão (digo 'versão' porque, ao que parece, a música não é dele) de Let me entertain you, passei a ouvi-la para me animar um pouco - seja qual for o motivo do desânimo. Enfim, a dita cuja é infalível. Não podia não ouvir hoje.
Como preciso me refazer da noite de ontem, deixá-los-ei por aqui. Boa noite e até ;*














Ah! E o problema foi resolvido, ponto final. Yeay :D

quarta-feira, 25 de junho de 2008

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Então, estou voltando das cinzas. Postaria antes, mas veja: criei o hábito de andar sempre com lápis e bloquinho à mão, pois, por vezes, vem-me uma súbita vontade de escrever - e, se não o faço na hora, a idéia acaba perdendo o sentido. Pois bem; se o guardo para aqui transcrevê-lo eventualmente, e demoro a fazê-lo, também parece que, digamos, o momento passou. E quando aqui venho, sem nenhum texto pronto, acabo por não conseguir me expressar como queria. Aliás, está aí algo que não tenho conseguido fazer muito bem ultimamente - expressar o que quero com exatidão.
Eis o que ocorre: questõezinhas de ordem pessoal têm me mastigado o juízo mais do que deveriam. Perdão, mas me permitirei o prazer de guardar os detalhes para mim. Digamos apenas que são pequenos fatos que a pessoa que vos escreve por certo super-estimou - como costuma fazer quando se trata desses assuntos - e que a fizeram, mais uma vez, perceber que não, ela nunca aprende. Never did and probably never will. Mas não façamos uma tragédia grega do que se sucedeu - ou deixou deixou de se suceder. Afinal, são só caraminholas.

Mudando um pouco para o lado Coca-cola da vida, finalmente estamos de férias. Finalmente? Não, não sentirei tanta falta de acordar todo dia às 5 da manhã, ou de estourar neurônios fazendo trabalhos de última hora. Não me importarei de marcar reuniõezinhas aqui, ou de ir pro cinema toda semana, ou de sair mais, pra onde quer que seja. Mas por certo - e isso soará piegas, eu sei - vou sentir saudades imensas das pessoas que lá conheci. Engraçado, você vem com aquela mentalidade escolar, de pensar: 'ah, estou de férias, mas quando voltar vai ser mais ou menos a mesma coisa, os mesmos professores, os mesmos colegas...' Então... Universidade não é assim. Não, não é uma conclusão brilhante, mas eu só fui me dar conta do que isso significa, com todos os pormenores, no último dia de aula. No próximo semestre, será quase tudo novo, de novo. Claro, a maior parte dos novos amigos ainda vai estar lá, thank God. Entretanto, o resto mudará. E isso é ótimo, mesmo. Mas ainda assim, dá uma certa tristeza. Eu sou a única que sente um aperto quando pensa nisso?

Anyway, quero dedicar o otium a algumas leituras atrasadas e a filmes. Seguindo precioso conselho da Profa. Aíla, farei, sim, resenhas, e, possivelmente, postá-las-ei aqui. Por ora, não tenho nada de consistente feito, mas já fica a sugestão: assista a Rent - Os boêmios e Bicho de sete cabeças. Mais do que recomendo. Até a próxima.








ciao,